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	<title>Nutricionista&#187; Obesidade &#8211; Obesidade Infantil e Adulta, Tipos de Obesidade, Artigos, Definição e Conceito.</title>
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	<description>Dietas, Alimentação, Receitas, Alimentos, Emagrecer, Obesidade, Bebidas e Suplementos.</description>
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		<title>Cuidados nutricionais na redução de estômago</title>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 13:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[ 

A obesidade se caracteriza pelo aumento de peso devido ao acúmulo de gordura no organismo. É associada a um maior risco de diversas doenças e de morte. Um dos tratamentos indicados para a obesidade mórbida é a cirurgia bariátrica, que tem por objetivo reduzir a ingestão alimentar e manter a saciedade. Para isso, são realizados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><span style="font-family: MyriadPro-Regular;font-size: small"><span style="font-family: MyriadPro-Regular;font-size: small"> </span></span></div>
<p><img class="size-full wp-image-3500 alignnone" src="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2011/04/MDICOS1.JPG" alt="MDICOS~1" width="219" height="156" /></p>
<p>A obesidade se caracteriza pelo aumento de peso devido ao acúmulo de gordura no organismo. É associada a um maior risco de diversas doenças e de morte. Um dos tratamentos indicados para a obesidade mórbida é a cirurgia bariátrica, que tem por objetivo reduzir a ingestão alimentar e manter a saciedade. Para isso, são realizados procedimentos  cirúrgicos com redução da capacidade do estômago e diminuição da  passagem pelo intestino delgado. Este tratamento é o primeiro passo de uma longa caminhada ao emagrecimento, sendo necessário acompanhamento multidisciplinar para o resto da vida.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">São fatores importantes na reeducação alimentar após a cirurgia:</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">• Incorporar novos hábitos alimentares;</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">• Mastigar lentamente, com intervalo entre as porções ingeridas;</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">• Não ingerir líquidos durante as refeições;</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">• Fazer refeições ou lanches intermediários;</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">• Alimentar-se em local adequado, sentado;</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">• Manter a ingestão de líquidos mínima em 2 litros/dia;</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">• Evitar alimentos ricos em gorduras e açúcar;</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">• Evitar doces, balas e chocolates;</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">• Evitar frituras, maionese, molhos gordurosos (branco, queijo,molhos prontos);</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">• Fazer exercícios físicos conforme orientação da equipe médica;</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">• Ingerir produtos dietéticos como doces, balas pães, biscoitos, massas em baixa quantidade, pois também engordam se consumidos em excesso.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Alimentos que devem ser evitados no pós operatório:</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Cafeína, bebidas gaseificados (água com gás, refrigerantes), bebidas alcoólicas, açúcar, doces em geral, alimentos com alto teor de gordura, frituras, alimentos industrializados (balas, salgadinhos, bolachas recheadas).Proteína &#8211; Carnes em geral, ovos, leite, iogurte, queijos, leguminosas (feijões, lentilha, ervilha, soja e derivados).</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Alimentos que devem ser estimulados no pós operatório:</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Ferro &#8211; Carnes em geral, miúdos, gema de ovo, leguminosas (feijão, lentilha, ervilha), vegetais de cor verde escura, beterraba, moranga, pimentão, ameixa seca, cereais integrais, alimentos fortificados com ferro.Ácido fólico -Fígado, peixes, feijão branco, soja e derivados, brócolis, couve, espinafre, couve-flor, repolho, beterraba crua, aspargos, ovo, laranja,  melão, maçã, pães integrais.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Vitamina C &#8211; Moranga, beterraba, brócolis, couve-flor, ervilha, repolho, tomate, alho, pimentão, rabanete, salsa, abacaxi, acerola, bergamota, caju, goiaba, kiwi, laranja, limão, maracujá, morango e uva.Vitamina B12 &#8211; Carnes em geral, fígado, atum, leite, iogurte, queijo.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Vitamina B1 (Tiamina) &#8211; Carnes vermelhas, fígado, atum, feijão, ervilha, cereais integrais, leite, gema de ovo, abobrinha, berinjela, batata doce, beterraba, cenoura, couve-flor, pimentão, goiaba, laranja, maçã, morango, pêssego, tomate, uva.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Cálcio &#8211; Iogurte, leite, queijo, leite de soja enriquecido com cálcio, queijo tofú, couve-flor, vegetais folhosos verde-escuros, salmão, laranja, feijão branco, abóbora, abobrinha, palmito, morango, rabanete, ervilha.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Vitamina D &#8211; Fígado, leite, gema de ovo, arenque, sardinha, atum, salmão.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Vitamina A &#8211; Fígado, leite, ovos, vegetais folhosos verde-escuros, legumes e frutas alaranjados e amarelados (cenoura, laranja, abóbora, tomate, pêssego, maracujá, caqui, goiaba, caju), batata doce, abobrinha.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Vitamina E &#8211; Óleos vegetais (girassol, canola, milho, soja), azeite de oliva, margarina, gema de ovo, aspargos, amêndoas, nozes, castanhas.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">A recidiva de ganho de peso ainda é muito elevada, e um dos fatores causais é a falta do acompanhamento pré e pós operatório adequados. Há necessidade da conscientização destes pacientes sobre a necessidade de mudar seus hábitos alimentares e psicológicos, para que o objetivo de redução de peso corporal seja alcançado e mantido. Para tanto, os pacientes devem ser acompanhados com médico e <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a> para garantia de um emagrecimento saudável e sem complicações.</div>
<p><span style="text-decoration: underline;">São fatores importantes na educação alimentar após a cirurgia:</span></p>
<p>• Incorporar novos hábitos alimentares;</p>
<p>• Mastigar lentamente, com intervalo entre as porções ingeridas;</p>
<p>• Não ingerir líquidos durante as refeições;</p>
<p>• Fazer refeições ou lanches intermediários;</p>
<p>• Alimentar-se em local adequado, sentado;</p>
<p>• Manter a ingestão de líquidos mínima em 2 litros/dia;</p>
<p>• Evitar alimentos ricos em gorduras e açúcar;</p>
<p>• Evitar doces, balas e chocolates;</p>
<p>• Evitar frituras, maionese, molhos gordurosos (branco, queijo, molhos prontos);</p>
<p>• Fazer exercícios físicos conforme orientação da equipe médica;</p>
<p>• Ingerir produtos dietéticos como doces, balas pães, biscoitos, massas em baixa quantidade, pois também engordam se consumidos em excesso.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Alimentos que devem ser evitados no pós operatório:</span></p>
<p>Cafeína, bebidas gaseificados (água com gás, refrigerantes), bebidas alcoólicas, açúcar, doces em geral, alimentos com alto teor de gordura, frituras, alimentos industrializados (balas, salgadinhos, bolachas recheadas).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Alimentos que devem ser estimulados no pós operatório:</span></p>
<p>Ferro &#8211; Carnes em geral, miúdos, gema de ovo, leguminosas (feijão, lentilha, ervilha), vegetais de cor verde escura, beterraba, moranga, pimentão, ameixa seca, cereais integrais, alimentos fortificados com ferro.</p>
<p>Ácido fólico -Fígado, peixes, feijão branco, soja e derivados, brócolis, couve, espinafre, couve-flor, repolho, beterraba crua, aspargos, ovo, laranja,  melão, maçã, pães integrais.</p>
<p>Vitamina C &#8211; Moranga, beterraba, brócolis, couve-flor, ervilha, repolho, tomate, alho, pimentão, rabanete, salsa, abacaxi, acerola, caju, goiaba, kiwi, laranja, limão, maracujá, morango e uva.</p>
<p>Vitamina B12 &#8211; Carnes em geral, fígado, atum, leite, iogurte, queijo.</p>
<p>Vitamina B1 (Tiamina) &#8211; Carnes vermelhas, fígado, atum, feijão, ervilha, cereais integrais, leite, gema de ovo, abobrinha, berinjela, batata doce, beterraba, cenoura, couve-flor, pimentão, goiaba, laranja, maçã, morango, pêssego, tomate, uva.</p>
<p>Cálcio &#8211; Iogurte, leite, queijo, leite de soja enriquecido com cálcio, tofú, couve-flor, vegetais folhosos verde-escuros, salmão, laranja, feijão branco, abóbora, abobrinha, palmito, morango, rabanete, ervilha.</p>
<p>Vitamina D &#8211; Fígado, leite, gema de ovo, arenque, sardinha, atum, salmão.</p>
<p>Vitamina A &#8211; Fígado, leite, ovos, vegetais folhosos verde-escuros, legumes e frutas alaranjados e amarelados (cenoura, laranja, abóbora, tomate, pêssego, maracujá, caqui, goiaba, caju), batata doce, abobrinha.</p>
<p>Vitamina E &#8211; Óleos vegetais (girassol, canola, milho, soja), azeite de oliva, margarina, gema de ovo, aspargos, amêndoas, nozes, castanhas.</p>
<p>A recidiva de ganho de peso ainda é muito elevada, e um dos fatores causais é a falta do acompanhamento pré e pós operatório adequados. Há necessidade da conscientização destes pacientes sobre a necessidade de mudar seus hábitos alimentares e psicológicos, para que o objetivo de redução de peso corporal seja alcançado e mantido. Para tanto, os pacientes devem ser acompanhados com médico e <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a> para garantia de um emagrecimento saudável e sem complicações.</p>
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		<title>Consequências da obesidade em crianças e adolescentes</title>
		<link>http://www.anutricionista.com/consequencias-da-obesidade-em-criancas-e-adolescentes.html</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 01:27:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Catarina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá!
Hoje em dia já sabe-se que a partir dos 3 anos, o excesso de peso torna-se definitivamente determinante da obesidade futura. Se a criança é obesa aos 6 anos de idade, ela apresenta 50% de chance de se tornar um adulto obeso. Já na adolescência, a chance é de 70 a 80%.
As crianças obesas são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3439" src="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2011/04/obesidade20infantil-2.jpg" alt="obesidade20infantil-2" width="281" height="285" />Olá!</p>
<p>Hoje em dia já sabe-se que a partir dos 3 anos, o excesso de peso torna-se definitivamente determinante da obesidade futura. Se a criança é obesa aos 6 anos de idade, ela apresenta 50% de chance de se tornar um adulto obeso. Já na adolescência, a chance é de 70 a 80%.</p>
<p>As crianças obesas são mais altas, apresentam idade óssea avançada e maturação sexual antecipada, em comparação com as crianças não obesas. O excesso de adiposidade está também associado a alteração dos fatores de risco para doenças cardiovasculares como colesterol total, LDL, triglicerídeo, pressão arterial e glicemia. Essa condição aumenta o risco de aterosclerose na vida adulta, ou até mesmo na adolescência. O excesso de peso também está associado a alterações na função pulmonar podendo causar inclusive a apnéia do sono. É frequente a presença de alterações dermatológicas como estrias, infecções fúngicas (principalmente na região das dobras e acanthosis nigricans &#8211; escurecimento e espessamento da pele na região do pescoço e das axilas). A acanthosis nigricans está associado com intolerância à glicose promovida pela insulinemia causando muitas vezes constrangimento à criança e a família, pois parece acúmulo de sujeira. O fígado também sofre com a obesidade, com elevação das enzimas hepática e até esteatose (acúmulo de gordura no figado).</p>
<p>Nessa faixa etária, a obesidade também provoca alterações posturais e funcionais que acabam causando complicações ortopédicas pela sobrecarga, como joelhos valgos e deformidades na coluna vertebral.</p>
<p>Se o principal local de deposição de gordura for a área abdominal, certamente ocorrerão alterações no perfil lipídico, aumento da pressão arterial e hiperinsulinemia, considerados fatores de risco para o desenvolvimento de doenças crônicas como diabetes e doenças cardiovasculares. O conjunto dessas alterações está descrito como síndrome metabólica e é cada vez mais frequente na infância e na adolescência.</p>
<p>Outro problema importante a ser considerado é o impacto que o excesso de peso promove no equilíbrio emocional de crianças e adolescentes. Existe preconceito contra pessoas obesas, que culturalmente são consideradas responsáveis por essa condição, por serem fracas e não terem força de vontade. A criança passa a não querer frequentar a escola, não ter amigos e se isola cada vez mais em casa.</p>
<p>Enfim, a prevenção da obesidade inicia-se assim que a criança completa 6 meses de idade e começam-se a introduzir os alimentos. Deve-se nessa fase oferecer alimentos naturais e saudáveis evitando o excesso de industrializados, como as papinhas prontas, não achar que a criança não gosta de um determinado alimento na primeira recusa, não criar na criança os hábitos da mãe (automaticamente a mãe não oferece à criança alimentos que ela não gosta), estimular as refeições à mesa, com a família, em horários regulares e não levar para casa alimentos &#8220;ruins&#8221; como biscoitos recheados, salgadinhos, frituras, refrigerantes&#8230; Afinal, quem vai ao supermercado são pais, portanto eles são os responsáveis pelo que a criança ingere. Estimular brincadeiras que façam a criança se movimentar, evitando excesso de eletrônicos como videogames, computadores, celular, que só estimulam o sedentarismo. E é a partir dessa idade que a família deve procurar a orientação de um <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a> para dar as orientações necessárias de um cardápio equilibrado e evitar possíveis danos futuros a essas crianças. Até mais!</p>
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		<item>
		<title>Alimentação na cirurgia de redução de estômago</title>
		<link>http://www.anutricionista.com/alimentacao-na-cirurgia-de-reducao-de-estomago.html</link>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 13:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Vista por muitos como uma forma preguiçosa de melhorar a estética e a saúde, a cirurgia tem contribuído para outros aspectos além do emagrecimento, como reduzir a propensão ao câncer e curar o diabetes do tipo 2 . Mas essa é uma solução que condena o paciente a mudanças permanentes no seu estilo de vida.
É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-2919 alignnone" src="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2011/02/Cx-bariatrica.jpg" alt="Cx bariatrica" width="107" height="118" /></p>
<p>Vista por muitos como uma forma preguiçosa de melhorar a estética e a saúde, a cirurgia tem contribuído para outros aspectos além do emagrecimento, como reduzir a propensão ao câncer e curar o diabetes do tipo 2 . Mas essa é uma solução que condena o paciente a mudanças permanentes no seu estilo de vida.</p>
<p>É uma intervenção cirúrgica recomendada a obesos mórbidos (IMC – o peso dividido pela altura ao quadrado – maior que 40) e também para obesos que apresentam IMC de 35 a 40 kg/m<sup>2</sup>com complicações graves associadas à obesidade, como falta de ar, diabetes e hipertensão.</p>
<p>Após a cirurgia é necessário mudar para sempre os hábitos alimentares: mastigar muito bem os alimentos e comer aos poucos, pois as modalidades cirúrgicas limitam a capacidade e o fluxo de alimentos no estômago. Isso mostra que, mesmo com a cirurgia, para uma perda de peso efetiva, deve haver mudança também de comportamento.</p>
<p>Essa baixa ingestão alimentar faz com que a carência de nutrientes como ferro, zinco, potássio e vitaminas torne-se normal nesses pacientes após a cirurgia, além da possibilidade de surgirem complicações mais graves.</p>
<p>Estudos mostram a eficácia do procedimento, que pode contribuir com perda de até 70% do excesso de peso de obesos mórbidos. Porém, nos casos em que os pacientes engordam, 60% não fizeram o acompanhamento nutricional e 80% não frequentaram sessões com psicólogo após a cirurgia.</p>
<p>Pacientes que não mantêm o acompanhamento nutricional, médico e psicológico no pós-cirúrgico tendem a ganhar peso e a sofrer consequências como osteoporose e deficiências nutricionais.</p>
<p>Antes da cirurgia, grupos multidisciplinares buscam mostrar ao paciente o significado da intervenção: se tudo der certo, o primeiro mês do pós-cirúrgico será à base de líquidos e o resto da vida se seguirá com uma alimentação bem controlada, com refeições fracionadas, em pequenos volumes, pobre em gordura e açúcar, e rica em vitaminas e minerais, além de comprimidos de suplementos alimentares. Dessa forma, o <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a> pode ajudar com técnicas de preparo dos alimentos para conservar e aproveitar melhor os nutrientes.</p>
<p>Apesar de bem sucedida, a cirurgia é a última opção para solucionar um problema que, de certa forma, poderia ser evitado e evolui diariamente no mundo todo. Estudos recentes mostram que a obesidade se desenvolve em indivíduos predispostos expostos a condições ambientais e comportamentais favoráveis, como o sedentarismo e a dieta rica em calorias.</p>
<p>São necessários novos planejamentos para a saúde, com conscientização da população para mudanças no estilo de vida de maneira integrada. Práticas regulares de atividade física e melhores hábitos alimentares, com menos calorias e mais frutas, legumes e verduras reduziriam o problema de obesidade, quando distúrbios metabólicos não são os responsáveis pelo mau funcionamento do organismo.</p>
<p>Portanto, faça mudanças saudáveis na sua alimentação e da sua família. Eduque o hábito alimentar de seus filhos para que eles aprendam a selecionar melhor o que vão comer no futuro, cultivando o paladar para alimentos naturais e livres de gorduras. Antes de tomar qualquer decisão drástica para o seu problema ou se tiver dúvidas, procure um <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a>, que é o profissional mais apto a lhe orientar nas melhores escolhas alimentares e a montar seu planejamento alimentar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Períodos críticos da vida que podem favorecer a obesidade</title>
		<link>http://www.anutricionista.com/periodos-criticos-da-vida-que-podem-favorecer-a-obesidade.html</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Dec 2010 17:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tereza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá, caros leitores!
Recentemente li no jornal &#8220;Estado de Minas&#8221; uma reportagem com o seguinte título: &#8220;Obesidade brasileira vai se igualar à americana&#8221;. Segundo ela, o Ministério da Saúde prevê que em 2022 a taxa de sobrepeso e obesidade será igual a dos Estados Unidos, onde o problema é encarado como um risco à saúde pública. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, caros leitores!</p>
<p>Recentemente li no jornal &#8220;Estado de Minas&#8221; uma reportagem com o seguinte título: &#8220;Obesidade brasileira vai se igualar à americana&#8221;. Segundo ela, o Ministério da Saúde prevê que em 2022 a taxa de sobrepeso e obesidade será igual a dos Estados Unidos, onde o problema é encarado como um risco à saúde pública. Resolvi  então, esclarecer mais um pouquinho sobre a obesidade! O assunto é realmente sério. O excesso de peso está associado ao desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes tipo 2, hipertensão arterial, doenças do coração, dentre outras. Por isso, gostaria de chamar a atenção de vocês para os períodos críticos da vida humana que podem favorecer a obesidade: infância (principalmente até os dois anos de idade) e adolescência.</p>
<p>No desenvolvimento normal de uma criança, a multiplicação das células que armazenam gordura (chamadas adipócitos) se inicia na 30ª semana de vida ainda no interior do útero da mãe, e se prolonga até os dois primeiros anos de vida. Assim, durante esse período, se a criança tiver uma alimentação com mais calorias do que ela é capaz de gastar durante o dia, essas células irão armazenar gordura até um certo limite (aumentando de tamanho), e a partir daí, se o excesso de calorias continuar a ser consumido, essas células começarão a se multiplicar para que possam armazenar mais gordura. Após essa idade, o número de células que estocam gordura permanece estável até os 8 a 10 anos de idade. Na puberdade volta a ocorrer um aumento rápido tanto no tamanho quanto no número de células (ou seja, na adolescência as células que armazenam gordura voltam a ter capacidade de se multiplicarem).</p>
<p>Dessa forma, crianças e adolescentes que passaram pelo processo descrito anteriormente , chegarão na fase adulta com maior número de células capazes de armazenar gordura, e consequentemente terão maior facilidade para engordar. Uma criança que é obesa nos primeiros seis meses de vida apresenta chance 2,3 vezes maior de se tornar um adulto obeso, enquanto adolescentes obesos de 10 a 13 anos  apresentam chance 6,5 vezes maior de se tornarem adultos obesos. Mas cuidado! Apesar de o aumento no número de adipócitos ser mais característico em épocas mais precoces da vida, ela também pode ocorrer na vida adulta!</p>
<p>Comece a prevenção dentro de casa. Os pais podem ajudar os filhos sendo exemplos de estilo de vida saudável. A seguir serão dadas orientações gerais para melhorar os hábitos e evitar o ganho de peso:</p>
<p>- Estimule a prática de atividade física (sob orientação de profissional capacitado).</p>
<p>- Desestimule o hábito de comer assistindo televisão. A pessoa deve prestar atenção no que está comendo. Assim ela terá maior controle sobre a ingestão de alimentos.</p>
<p>- Estimule o consumo de frutas, legumes e verduras, além de cereais integrais.</p>
<p>- Ofereça lanches saudáveis, e desestimule o consumo de refrigerantes, doces, salgadinhos, frituras.</p>
<p>- Estimule o hábito de comer de 3 em 3 horas.</p>
<p>- Mastigar bem os alimentos também é muito importante!</p>
<p>Prevenir o excesso de peso na infância e adolescência é fundamental para que crianças e adolescentes de hoje sejam adultos saudáveis no futuro!</p>
<p>Espero ter ajudado! Até a próxima!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Causas da obesidade</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Dec 2010 13:30:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje já se sabe que a obesidade é causada por uma complexa interação entre fatores genéticos e ambientais, sendo o meio ambiente  o fator principal de ativação ou inativação desses genes. Ou seja, você pode até ter propensão genética para desenvolver Diabetes ou Hipertensão, por exemplo, mas se seu estilo de vida for saudável, você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignleft size-full wp-image-2303" src="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2010/12/obesidade_mat.jpg" alt="obesidade_mat" width="455" height="303" />Hoje já se sabe que a obesidade é causada por uma complexa interação entre fatores genéticos e ambientais, sendo o meio ambiente  o fator principal de ativação ou inativação desses genes. Ou seja, você pode até ter propensão genética para desenvolver Diabetes ou Hipertensão, por exemplo, mas se seu estilo de vida for saudável, você consegue dimiuir muito as chances de desenvolver estas doenças.</p>
<p style="text-align: justify">A obesidade geralmente ocorre em membros da mesma família, sugerindo a causa genética. Porém, familiares normalmente compartilham de hábitos de dieta e estilo de vida semelhantes, o que também contribui para a obesidade. Assim, fica difícil separar os fatores genéticos dos hábitos alimentares e do estilo de vida.</p>
<p style="text-align: justify">A globalização trouxe um estilo de vida pouco saudável aos países em desenvolvimento. As pessoas desses países aumentaram muito o consumo de bebidas adoçadas, óleos vegetais e alimentos de origem animal, se tornaram mais sedentárias e mais expostas a um maior nível de estresse físico e emocional. Todos eses fatores em conjunto exercem forte influência no desenvolvimento da obesidade, especialmente naqueles indíviduos que possuem propensão genética para a doença. Nesse sentido,  cada vez mais tem-se dado atenção ao impacto do meio ambiente no desenvolvimento das doenças metabólicas como obesidade, diabetes, câncer, hipertensão e doenças cardiovasculares.</p>
<p style="text-align: justify">Observa-se no Brasil, uma redução dos índices de desnutrição e um aumento da prevalência de obesidade, que vem acompanhada de doenças crônicas não transmissíveis como hipertensão. Uma pesquisa realizada em 2002 e 2003 também mostrou que os brasileiros aumentaram o consumo de açúcar e diminuiram as frutas e hortaliças da dieta.</p>
<p style="text-align: justify">Não podemos esquecer, ainda, que as indústrias têm aumentado cada vez mais o investimento em marketing, tornando as propagandas cada vez mais sofisticadas e atraentes, principalmente de alimentos voltados para as crianças. Muitas vezes, esses alimentos têm  baixo valor nutricional e vêm atrelados  a fatores que seduzem as crianças, como brinquedos e adesivos.</p>
<p style="text-align: justify">As intervenções de mudança no estilo de vida, aliando uma alimentação mais saudável à prática de atividade física e ao controle do estresse, compõem uma das condutas mais adotadas para a redução do peso corporal. Porém, não são raros os casos de pacientes que não respondem satisfatoriamente a essas intervenções.</p>
<p style="text-align: justify">Abaixo estão sugestões práticas para impulsionar a perda de peso. Junto com a reeducação alimentar orientada por um <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a>,  o sucesso na redução do peso corporal será mais evidente.</p>
<ul>
<li>
<div style="text-align: justify">Sempre que possível dê preferência aos alimentos orgânicos para minimizar a exposição a pesticidas, herbicidas, hormônios e antibióticos;</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify">Beba água filtrada;</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify">Evite o consumo de gordura trans, alimentos processados e refinados, sal, cafeína, carnes gordurosas e álcool;</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify">Beba de 6 a 8 copos de água por dia;</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify">Ingerir uma boa quantidade de fibras diariamente, como leguminosas, grãos integrais, frutas, vegetais, oleaginosas e sementes;</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify">Ingerir vegatais crucíferos: agrião, brócolis, couve, couve-flor, nabo, repolho, rúcula;</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify">Ingerir alho, chá verde, romã, limão, alcachofra, própolis, cúrcuma, alecrim, coentro;</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify">Sempre que possível tomar suco de frutas e vegetais com cenoura, beterraba, coentro,  aipo,  salsa e gengibre;</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify">Chás destoxificantes, como: gengibre, alcaçuz, canela.</div>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify">Mas não se esqueça de que é mais fácil perder 2 quilos do que perder 10 quilos. Então aproveite enquando é cedo para mudar seu estilo de vida!</p>
<p style="text-align: justify">
]]></content:encoded>
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		<title>Nutrição na Obesidade Mórbida e Cirurgia Bariátrica</title>
		<link>http://www.anutricionista.com/nutricao-na-obesidade-morbida-e-cirurgia-bariatrica.html</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 01:20:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Juliana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A obesidade é uma doença de origem multifatorial, ou seja, provindas de fatores ambientais, genéticos, comportamentais e hormonais. Muitas vezes ela pode estar associada a diabetes tipo 2, hipertensão, aterosclerose entre vários outros problemas, onde deve haver uma grande preocupação com seu tratamento.
A OMS classifica a obesidade baseando-se
no Índice de Massa Corporal (IMC)a e no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A obesidade é uma doença de origem multifatorial, ou seja, provindas de fatores ambientais, genéticos, comportamentais e hormonais. Muitas vezes ela pode estar associada a diabetes tipo 2, hipertensão, aterosclerose entre vários outros problemas, onde deve haver uma grande preocupação com seu tratamento.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A OMS classifica a obesidade baseando-se</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">no Índice de Massa Corporal (IMC)a e no risco</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">de mortalidade associada. Assim, considera-se</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">obesidade quando o IMC encontra-se acima de</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">30kg/m². Quanto à gravidade, a OMS define</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">obesidade grau I quando o IMC situa-se entre</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">30 e 34,9 kg/m², obesidade grau II quando IMC</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">está entre 35 e 39,9kg/m² e, por fim, obesidade</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">grau III quando o IMC ultrapassa 40kg/m².</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A OMS classifica a obesidade baseando-se no Índice de Massa Corporal (IMC) e no risco de mortalidade associada. Assim, considera-se obesidade quando o IMC encontra-se acima de 30kg/m². Quanto à gravidade, a OMS define obesidade grau I quando o IMC situa-se entre 30 e 34,9 kg/m², obesidade grau II quando IMC está entre 35 e 39,9kg/m² e, por fim, obesidade grau III quando o IMC ultrapassa 40kg/m².</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">No Brasil, a obesidade encontra-se em alto índice, apresentando homens com média de  38% de sobrepeso e 7% obesos, já as mulehres a taxa de sobrepeso chegou a 39% e 12,4% para obesidade.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Os tratamentos mais populares, com dieta, atividade física, mudança nos estilo de vida sempre deverão ser a primeira alternativa, porém em indivíduos com classificação de obesidade grau III, esses tratamentos mostram resultados frustrantes.  A maioria dos pacientes não atingem ou mantém uma redução de 5-10% do peso corporal por mais de cinco anos.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">A cirurgia bariátrica, aplicada para obesidade grau III, vem sendo estudada desde a década de 50 sendo até hoje testadas muitas técnicas, podendo ser divididas em restritivas, disabsortivas e mistas, cada uma com diferentes riscos, resultados e efeitos colaterais.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Mesmo que a cirurgia bariátrica  seja considerada um dos tratamentos mais eficazes para indivíduos mórbidos, o seu efeito colateral é promover algum grau de desnutrição. Em razão dessa desnutrição, o estado geral do indivíduo e sua resposta ao tratamento poderá ser afetado. A perda de peso deve ser monitorada para que não desenvolva um risco nutricional, já que tartamentos dietoterápicos inadequados juntamente com hábitos alimentares rotineiros proporcionam pouca quantidade de  nutrientes básicos e essenciais.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Os objetivos em relação aos cuidados nutricionais no pré-operatório baseiam-se na minimização do risco cirúrgico e reeducação dos hábitos alimentares e estilo de vida, sendo este um processo de conscientização do indivíduo para que se obtenha um bom resultado no processo.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">No pré-operatório o indivíduo deve ser informado sobre os estágios dietéticos do pós-operatório, além de materiais didáticos para seu dia-a-dia e vários recomendações sobre uma possível suplementação de vitaminas e minerais.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Já no pós-operatório os cuidados nutricionais dobram a importância, pois é essencial a adequação de nutrientes e calorias. A alimentação ingerida neste período deve minimizar o fluxo, a saciedade e a síndrome de Dumping, maximizando a perda de peso e garantindo manutenção do mesmo.</div>
<p>A obesidade é uma doença de origem multifatorial, ou seja, provindas de fatores ambientais, genéticos, comportamentais e hormonais. Muitas vezes ela pode estar associada a diabetes tipo 2, hipertensão, aterosclerose entre vários outros problemas, onde deve haver uma grande preocupação com seu tratamento.</p>
<p>A OMS classifica a obesidade baseando-se no Índice de Massa Corporal (IMC) e no risco de mortalidade associada. Assim, considera-se obesidade quando o IMC encontra-se acima de 30kg/m². Quanto à gravidade, a OMS define obesidade grau I quando o IMC situa-se entre 30 e 34,9 kg/m², obesidade grau II quando IMC está entre 35 e 39,9kg/m² e, por fim, obesidade grau III quando o IMC ultrapassa 40kg/m².</p>
<p>No Brasil, a obesidade encontra-se em alto índice, apresentando homens com média de  38% de sobrepeso e 7% obesos, já as mulheres a taxa de sobrepeso chegou a 39% e 12,4% para obesidade. Os tratamentos mais populares, com dieta, atividade física, mudança no estilo de vida sempre deverão ser a primeira alternativa, porém em indivíduos com classificação de obesidade grau III, esses tratamentos mostram resultados frustrantes.  A maioria dos pacientes não atingem ou mantém uma redução de 5-10% do peso corporal por mais de cinco anos.</p>
<p>A cirurgia bariátrica, aplicada para obesidade grau III, vem sendo estudada desde a década de 50 sendo até hoje testadas muitas técnicas, podendo ser divididas em restritivas, disabsortivas e mistas, cada uma com diferentes riscos, resultados e efeitos colaterais. Mesmo que a cirurgia bariátrica  seja considerada um dos tratamentos mais eficazes para indivíduos mórbidos, o seu efeito colateral é promover algum grau de desnutrição. Em razão dessa desnutrição, o estado geral do indivíduo e sua resposta ao tratamento poderá ser afetado. A perda de peso deve ser monitorada para que não desenvolva um risco nutricional, já que tratamentos dietoterápicos inadequados juntamente com hábitos alimentares rotineiros proporcionam pouca quantidade de  nutrientes básicos e essenciais.</p>
<p>Os objetivos em relação aos cuidados nutricionais no pré-operatório baseiam-se na minimização do risco cirúrgico e reeducação dos hábitos alimentares e estilo de vida, sendo este um processo de conscientização do indivíduo para que se obtenha um bom resultado no processo. No pré-operatório o indivíduo deve ser informado sobre os estágios dietéticos do pós-operatório, além de materiais didáticos para seu dia-a-dia e vários recomendações sobre uma possível suplementação de vitaminas e minerais.</p>
<p>Já no pós-operatório os cuidados nutricionais dobram a importância, pois é essencial a adequação de nutrientes e calorias. A alimentação ingerida neste período deve minimizar o fluxo, a saciedade e a síndrome de Dumping, maximizando a perda de peso e garantindo manutenção do mesmo.</p>
<p>A dieta pode passar por vários estágios:</p>
<ul>
<li>Dieta líquida clara;</li>
<li>Dieta totalmente líquida;</li>
<li>Dieta pastosa;</li>
<li>Dieta branda;</li>
<li>E por fim a dieta normal.</li>
</ul>
<p>Abaixo estão descritas algumas recomendações aos pacientes:</p>
<ul>
<li>mastigar bem os alimentos;</li>
<li>restringir a ingestão de sucos calóricos;</li>
<li>evitar carboidratos, doces, gorduras, café, álcool, pipoca, carne vermelha seca;</li>
<li>controlar o tamanho das porções</li>
<li>realizar 5-6 refeições por dia;</li>
<li>fazer refeições balanceadas, saudáveis e variadas;</li>
<li>evitar a ingestão de líquidos junto às refeições;</li>
<li>mater boa hidratação;</li>
<li>encontrar alternativas para estresse e para fome emocional.</li>
</ul>
<p>Não esqueça de procurar um profissional adequado antes de tomar qualquer decisão, como foi dito anteriormente,  métodos tradicionais devem ser os primeiros passos quando se fala em perda de peso.</p>
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		<title>Fome e peso: como são regulados?</title>
		<link>http://www.anutricionista.com/fome-e-peso-como-sao-regulados.html</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 12:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Paulo Henrique Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Toda vez que ouvimos falar sobre a obesidade, ouvimos também que esta é uma doença crônica, inflamatória, e que está associada a diversos fatores. O que pouco se fala é que existem alguns fatores internos, ou seja, gerados pelo seu corpo, que determinam a sua fome e o controle do seu peso. É preciso entender [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1838" src="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2010/10/Cérebro-Intestino-535x693.jpg" alt="Cérebro-Intestino" width="535" height="693" /></p>
<p>Toda vez que ouvimos falar sobre a obesidade, ouvimos também que esta é uma doença crônica, inflamatória, e que está associada a diversos fatores. O que pouco se fala é que existem alguns fatores internos, ou seja, gerados pelo seu corpo, que determinam a sua fome e o controle do seu peso. É preciso entender o que o seu corpo faz para se proteger, antes de se declarar &#8220;em dieta&#8221;, e fechar a boca, ato esse que todos que nos acompanham aqui, sabe que não é correto.</p>
<p>A regulação do consumo alimentar e do armazenamento de energia é feita por fatores neuronais, endócrinos, adipocitários e intestinais, por exemplo.</p>
<p><strong>FATORES NEURONAIS</strong></p>
<p>A ingestão alimentar e o gasto calórico são regulados pela região hipotalâmica do cérebro, além de o apetite ser regulado pelo hipotálamo. Atualmente sabe-se que no hipotálamo há dois grupos de neuropeptídeos (estrutura capaz de modular certos aspectos da função neuronal) envolvidos nos processos orexígenos (estimula a fome) e anorexígenos (inibe a fome). Sabe-se também que os neurônios (células nervosas) que expressam esses neuropeptídeos interagem com outros fatores (leptina, insulina e etc.), que veremos a seguir.</p>
<p><strong>FATORES ENDÓCRINOS E ADIPOCITÁRIOS</strong></p>
<p>Assim como o todo o nosso corpo, o tecido adiposo (ou tecido gorduroso) é constituído por células. As células que ali encontramos se chamam adipócitos. Durante muito tempo se pensava que os adipócitos serviam apenas para estocar gordura, hoje já se sabe que estas células possuem função endócrina, ou seja, são capazes de produzir e secretar hormônios, como a leptina, principal hormônio associado ao controle de peso.</p>
<p>Sabe-se que a leptina tem uma ação conjunta muito forte com a insulina (hormônio produzido no pâncreas). A leptina age no hipotálamo, promovendo sensação de saciedade e regulando o balanço energético. A insulina aumenta a captação de glicose promovendo uma queda da glicemia sanguínea, o que serve de estímulo para o apetite. É importante ressaltar que essa ação da insulina é perfeitamente normal, e ocorre em qualquer organismo. A questão é a rapidez em que essa captação da glicose acontece.</p>
<p><strong>FATORES INTESTINAIS</strong></p>
<p>O simples fato de existir alimentos no trato gastrointestinal favorece a modulação do apetite, através da secreção de diversas substâncias. Essas substâncias combinadas aos outros fatores, como os ditos aqui, agem no sistema nervoso central regulando a fome e a saciedade. O CCK (Colecistoquinina) além de promover a saciedade, induz a secreção pancreática e biliar, ou seja, favorece a digestão. Os peptídeos YY e PYY também são inibidores da ingestão alimentar, sua regulação parece ser neural, já que seus níveis no sangue estão bastante elevados imediatamente a ingestão alimentar. A OXM (Oxintomodulina) é mais um inibidor da ingestão alimentar a curto prazo, age diminuindo o apetite e diminui a concentração sanguínea da grelina, que falaremos a seguir. A OXM é secretada nas porções finais no intestino, assim como o GLP1 (Glucagon-like-peptide), que atua inibindo o esvaziamento do estômago, promovendo uma sensação de saciedade mais prolongada.</p>
<p>A grelina, secretada pela mucosa gástrica é um dos mais importantes sinalizadores da ingestão alimentar. Durante período de jejum e momentos antes de uma refeição sua concentração é alta, caindo logo depois, devido ação da OXM. Sua ação é estimular o apetite, além das secreções gástricas e a motilidade (movimento de digestão). A presença e ação da grelina é inversamente proporcional a leptina.  Percebe-se então a participação ativa da grelina no balanço energético, uma vez que ela está envolvida no estimulo para se iniciar uma refeição.</p>
<p><strong>COMO A ALIMENTAÇÃO PODE INFLUIR?</strong></p>
<p>De modo geral, podemos concluir que a alimentação seja rica em fibras e que ocorra em intervalos máximos de três horas. Uma das importâncias de se ingerir alimentos ricos em fibras, é que elas retardam a digestão e consequentemente a absorção da glicose, ou seja, a glicose entra aos poucos na corrente sanguínea e assim uma quantidade menor de insulina entra em ação. Além disso, quanto mais difícil for a digestão mais o alimento percorre o tubo digestivo, assim ele chegará até as porções finais do intestino e estimulando a secreção da OXM e do GLP1. Como dito, nos jejuns a grelina encontra-se em alta e uma das suas ações é estimular o apetite, ou seja, quanto mais tempo você fica sem comer, maiores são as chances de você comer mais do que o necessário.</p>
<p>Portanto, a dica é fazer várias refeições durante o dia, porém em pequenas quantidades. Além das refeições principais como café da manhã, almoço e jantar, realizar lanches nos intervalos. Tenha um bom consumo de frutas e verduras, que são importantes fontes de fibras, vitaminas e minerais, e sempre que possível opte por opções integrais de alimentos que você já consumo, como pão, arroz, biscoitos, macarrão e etc. Mas vale lembrar que junto com um bom consumo de fibras é importantíssimo um bom consumo de água. No caso de dúvidas, procure um <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Obesidade e Cirurgia Bariátrica</title>
		<link>http://www.anutricionista.com/obesidade-e-cirurgia-bariatrica.html</link>
		<comments>http://www.anutricionista.com/obesidade-e-cirurgia-bariatrica.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Oct 2010 13:44:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca</dc:creator>
				<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.anutricionista.com/?p=1566</guid>
		<description><![CDATA[
Atualmente as pessoas vivem se perguntando: fiz dieta, tomei medicamento e continuo engordando? Isso pode ser devido ao fracasso do tratamento medicamentoso ou até mesmo da dieta. Nos dias atuais, a Obesidade é vista como um problema de saúde pública  atingindo todas as faixas etárias e grupos socioeconômicos e relacionada a vários tipos de doenças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1620" src="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2010/09/obesidade-11.gif" alt="obesidade-1" width="174" height="165" /></p>
<p>Atualmente as pessoas vivem se perguntando: fiz dieta, tomei medicamento e continuo engordando? Isso pode ser devido ao fracasso do tratamento medicamentoso ou até mesmo da dieta. Nos dias atuais, a <strong>Obesidade</strong> é vista como um problema de saúde pública  atingindo todas as faixas etárias e grupos socioeconômicos e relacionada a vários tipos de doenças não transmissíveis e acúmulo de tecido adiposo. Para falar de <strong>Cirurgia Bariátrica</strong>, no entanto, temos que saber sobre Obesidade. Ela é determinada pelo IMC (índice de Massa Corporal), que é obtido pelo peso em quilogramas dividido pela altura em metros ao quadrado, onde a Obesidade enquadra-se entre 30 e 34,9 kg/m² (classe I), 35 e 39,9 kg/m² (classe II), e mais de 40 kg/m²(classe III, &#8220;obesidade extrema&#8221;), mais de 50 kg/m² (classe IV, &#8220;superobesidade&#8221;), ou mais de 60 kg/m² (&#8221;supersuperobesidade&#8221;).</p>
<p>Pelo fato da <strong>Obesidade</strong> ser uma doença crônica de causa multifatorial, autores relatam que o tratamento envolve muitas intervenções, como: nutricional, medicamentos antiobesidade e a prática de atividade fisica, no entanto, várias pessoas não respondem a essas intervenções. Nesse caso entra a <strong>Cirurgia Bariátrica</strong> como um auxílio na condução clínica de alguns casos de obesidade e vem crescendo nos dias atuais. Pessoas &#8216;candidatas&#8217; para a realização do tratamento dessa cirurgia são: pessoas que possuem o IMC maior que 40 kg/m² ou com IMC maior que 35 kg/m² associados à doenças como: hipertensão arterial, diabetes, dislipidemia, apnéia do sono e etc.</p>
<p>Os principais benefícios dessa cirurgia incluem a perda e manutenção de peso ao longo prazo, melhora ou controle das doenças associadas a <strong>Obesidade</strong>, com consequente melhora na qualidade de vida dessas pessoas; a redução da ingestão calórica e da absorção de nutrientes são os princípios básicos na <strong>Cirurgia Bariátrica</strong>.</p>
<p>A cirurgia para o tratamento da <strong>Obesidade </strong>vem sendo utilizada a mais de 50 anos, onde a mais utilizada é a do tipo <em><strong>Fobi-Capella</strong></em><strong> em </strong><em><strong>Y</strong></em><strong> de </strong><em><strong>Roux </strong></em>onde é um técnica mista, ou seja, restritiva e desabsortiva. O <strong>restritiv</strong>o é quando um pequeno reservatório gástrico é criado com o objetivo de diminuir a ingestão de muitas calorias de uma vez; e o <strong>desasortiv</strong>o, onde há também um desvio de intestino delgado (bypass intestinal), <strong>objetivando a redução das calorias absorvidas</strong>.</p>
<p>Autores enfatizam que a cirurgia também tem seus malefícios, como a intolerância alimentar principalmente à carnes e doces, com maior destaque para carne, que se mantém mesmo após dois anos de cirurgia. Estas intolerâncias podem agravar deficiências nutricionais, incluindo a de vitaminas e a de minerais, e levar a quadros de anemia, desnutrição e perda de massa protéico-somática; entretanto, sobra e incerteza que a cirurgia da obesidade produz insegurança em transformar uma doença pré-operatória em outra pós-operatória e do número grande de propostas técnicas para um mesmo objetivo. Tem-se que refletir mais um pouco sobre a obtenção do emagrecimento por operação na rotina, pois podem ocorrer complicações metabólicas, deseducação dietética, queda de armazenamento de carboidratos, redução do lípide endógeno, redução da glicose do plasma e aumentar a intolerância à mesma, baixa intolerância ao frio e deficiência de vitamina lipossolúvel.</p>
<p>Por isso, antes de qualquer decisão ou atitude, antes e após a realização, é importante o acompanhamento multidisciplinar (médicos, <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a>, psicólogos, dentre outros) em todas essas fases. Assim, a evolução médica-nutricional, incluindo a seleção de pacientes e cuidados pré e pós-operatórios, é fundamental para o sucesso terapêutico.</p>
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		<title>A obesidade muito além de um excesso de peso</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 13:50:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mírian Valério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

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É comum atualmente as pessoas relacionarem a composição corporal como fim estético, onde o excesso de peso, na maioria das vezes, é enquadrado apenas como um aumento da composição corporal, predominado numa quantidade superior de massa adiposa (gordura corporal), com isso a questão saúde acaba não entrando neste parâmetro, consequentemente os riscos em relação ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1400" src="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2010/09/obesidade.jpg" alt="obesidade" width="234" height="215" /></p>
<p>É comum atualmente as pessoas relacionarem a composição corporal como fim estético, onde o excesso de peso, na maioria das vezes, é enquadrado apenas como um aumento da composição corporal, predominado numa quantidade superior de massa adiposa (gordura corporal), com isso a questão saúde acaba não entrando neste parâmetro, consequentemente os riscos em relação ao sobrepeso e a obesidade são muitas vezes esquecidos ou ignorados.</p>
<p>Este artigo tem como finalidade, esclarecer e abordar a obesidade no ponto de vista nutricional, para isso vale lembrar o significado clínico da palavra obesidade: Alteração do estado nutricional, desencadeada pelo excesso de ingestão de alimentos, em geral de alta densidade energética e pelo sedentarismo. Acompanhado por um aumento do número de células adiposas, que é maior quando a obesidade ocorre precocemente (infância), resultando em prejuízos à saúde, riscos que são aumentados progressivamente de acordo com o ganho de peso.</p>
<p>Os principais fatores metabólicos implicados na gênese da obesidade seriam o aumento da lipase lipoprotéica (LPL), que é a enzima chave para a estocagem de lipídios (gordura) no tecido adiposo, que se encontra em maior atividade em pessoas obesas, outro fator seria o hiperinsulinimismo, ou seja, aumento da secreção de insulina desencadeada pelo auto consumo de  alimentos, em especial os carboidratos (açucares), aumentando assim  a hidrólise de triglicerídeos  a glicerol e ácidos graxos livres que entram nas células adiposas e são estocados sob a forma de triglicerídeos (gordura).</p>
<p>A obesidade contribui para uma variedade de doenças que colocam em riso a saúde e compromete a qualidade de vida do indivíduo obeso, que também apresentam maior pretensão de desenvolver o diabetes <em>mellitus, </em>doenças cardiovasculares, hipertensão e a síndrome plurimetabólica, na qual se caracteriza por um conjunto de sintomas clínicos, como elevação da pressão arterial, aumento da concentração plasmática de triglicerídeos, diminuição dos níveis de HDL (colesterol bom), elevação da concentração plasmática de glicose em jejum; sintomas estes que aumentam ainda mais a probabilidade de doenças coronarianas.</p>
<p>As estratégias de tratamento e redução de peso não são efetivas a curto prazo, sendo um processo contínuo, e mais efetivas se associadas a uma reeducação alimentar, atividade física orientada e medicamentos no caso de patologias. Uma forma possível de reeducação alimentar oferece calorias em pequenas quantidades, levando em conta que esta restrição calórica deverá ser moderada e progressiva para não causar desconforto no paciente e também não acarretar em quadros de hipogligemia (queda de glicose na circulação. As quantidades de proteínas também devem ser suficientes para que a perda de peso ocorra de forma saudável, preservando a massa magra (músculos) e reduzindo a gordura corporal.</p>
<p>Vale ressaltar que quanto maior o tempo de seguimento de uma dieta desbalanceada maior será o risco de desenvolver problemas nutricionias, como carência de vitaminas e minerais, por isso a importância de um acompanhamento nutricional individualizado, já que cada pessoa possuí um biotipo que deve ser respeitado na tentativa de perda de peso.</p>
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		<title>Obesidade Infantil</title>
		<link>http://www.anutricionista.com/obesidade-infantil.html</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 13:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glaucia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[ 

A obesidade é atualmente considerada uma epidemia em todo mundo. Ocorre em adultos e a cada dia mais acomete crianças. Nos adultos sabemos que a obesidade está associada diretamente com a hipertensão, doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2.
Entretanto quando o excesso de peso  (sobrepeso ou obesidade) se desenvolve na infância tende a persistir na vida adulta expondo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-434" title="obesidade infantil" src="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2010/04/obesidade-infantil2.jpg" alt="obesidade infantil" width="107" height="125" /></p>
<p>A obesidade é atualmente considerada uma epidemia em todo mundo. Ocorre em adultos e a cada dia mais acomete crianças. Nos adultos sabemos que a obesidade está associada diretamente com a hipertensão, doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2.</p>
<p>Entretanto quando o excesso de peso  (sobrepeso ou obesidade) se desenvolve na infância tende a persistir na vida adulta expondo precocemente a problemas de saúde relacionados ao excesso de peso. Sem contar que nas crianças pode causar também baixa auto-estima. O desencadeamento do excesso de peso nos pequenos tem origem diversa, podendo ser genética, elevado consumo calórico ou baixa frequencia de atividade física e até uma mistura de todos esses fatores.</p>
<p>As crianças adoram guloseimas, salgadinhos, refrigerantes e biscoitos e ainda trocam uma refeição colorida e adequada nutricionalmente por fast food. Desta maneira aumentam o consumo de calorias. Estão também adotando o estilo de vida sedentário dos adultos. Hoje as crianças gastam horas na frente da televisão, computador e vídeo game reduzindo o tempo com atividades de elevado gasto energético.</p>
<p>Ao diagnosticar excesso de peso e maus hábitos alimentares nesta faixa etária a reeducação alimentar com um <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a> é de extrema importância, pois a criança adquire hábitos saudáveis para a vida toda. Então fique atento às orientações: Cuidado na escolha dos lanches, tanto aquele que leva ou compra na escola quanto em casa. Dê preferência às frutas, sucos naturais e evite alimentos industrializados e fritos. Um adulto deve acompanhar no controle das quantidades, qualidade e horário das refeições. Estimule bons hábitos alimentares para toda a família e não se esqueça que a alimentação dos pais é o principal exemplo para as crianças.</p>
<p>Lembre-se também que a atividade é essencial para o controle do peso das crianças e adultos. Procure a orientação de um educador físico.</p>
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		<title>Tipos de Obesidade</title>
		<link>http://www.anutricionista.com/tipos-de-obesidade.html</link>
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		<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 19:11:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiane Mara Cedra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A obesidade é uma doença crônica que se caracteriza pelo aumento da gordura corporal. Sendo uma doença crônica, é uma doença que não tem cura, mas é possível controlar. Ou seja, a pessoa com obesidade pode emagrecer, mas se não tiver mudança de comportamento e hábito alimentar, a doença obesidade pode voltar.
Existem dois tipos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A obesidade é uma doença crônica que se caracteriza pelo aumento da gordura corporal. Sendo uma doença crônica, é uma doença que não tem cura, mas é possível controlar. Ou seja, a pessoa com obesidade pode emagrecer, mas se não tiver mudança de comportamento e hábito alimentar, a doença obesidade pode voltar.<br />
Existem dois tipos de obesidade; a visceral (maçã) que é o acúmulo de gordura abdominal, e a subcutânia (pêra) que acumula gordura nos quadris e coxa.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2008/08/obesidade.jpg"  rel="lightbox"><img class="alignnone size-full wp-image-38 aligncenter" title="obesidade" src="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2008/08/obesidade.jpg" alt="Obesidade" width="343" height="275" /></a></p>
<p>Ambos são perigosas, mas a que mais assusta é a gordura visceral. A obesidade subcutânia (pêra) tem o acúmulo de gordura entre a pele e o músculo, assim o risco cardíaco é baixo. Já na obesidade visceral (maçã), a gordura está aderida aos órgão. Para entender melhor é só imaginar o coração de galinha que vem com aquela gordura amarela aderida nele. A gordura visceral está aderida ao estômago, intestino, fígado, etc. O risco de ter problemas cardíacos é muito alto.</p>
<p>Para saber se você está com obesidade basta calcular o seu IMC (índice de massa corporal) através da nossa calculadora de IMC e conferir o resultado com os dados abaixo:</p>
<ul>
<li><strong>18,5 até 24,9 = peso normal para altura</strong><br />
Parabéns!!!! Seu peso está normal para a sua altura.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>25 a 29,9 = sobrepeso</strong><br />
Você está em um quadro de sobrepeso. É o momento de analisar o que está errado no seu estilo de vida e corrigir. Você ainda não tem a doença obesidade, mas se não tomar cuidado e não corrigir a alimentação, praticar uma atividade física e cuidar do seu estresse a obesidade poderá chegar em um instante.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>30 a 39,9 = obesidade</strong><br />
Você está dentro de um quadro de obesidade. Lembre-se que o problema da obesidade não é apenas com a estética, mas também com a saúde. Com essa doença a probabilidade de desenvolver outras doenças crônicas como a diabetes e a hipertensão é muito grande. Por isso é bom estar com acompanhamento médico, nutricional e praticar uma atividade física.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>acima de 40 = obesidade mórbida</strong><br />
Você está dentro de um quadro de obesidade que possui um grau de preocupação maior. É necessário estar em acompanhamento muldisciplinar com equipe médica, nutricional, psicóloga e também praticar regularmente uma atividade física com liberação médica.</li>
</ul>
<p>Não deixe de visitar a seção <a title="Calculadoras" href="http://www.anutricionista.com/calculadoras" >Calculadoras</a> e verifique também:</p>
<ul>
<li>Taxa de Gordura Corporal</li>
<li>Peso Ideal</li>
</ul>
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		<title>Consequências da Obesidade</title>
		<link>http://www.anutricionista.com/consequencias-da-obesidade.html</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Sep 2008 04:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiane Mara Cedra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Obesidade]]></category>

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		<description><![CDATA[A obesidade é uma doença crônica, ou seja, não tem cura. Entretanto, podemos controla-la. A maior preocupação da obesidade é que ela sempre traz outras doenças junto. Vamos entender isso um pouquinho melhor.
Abaixo vou explicar como a obesidade leva a outras doenças. É importante reforçar que essas outras doenças não são apenas conseqüências da obesidade. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A obesidade é uma doença crônica, ou seja, não tem cura. Entretanto, podemos controla-la. A maior preocupação da obesidade é que ela sempre traz outras doenças junto. Vamos entender isso um pouquinho melhor.</p>
<p>Abaixo vou explicar como a obesidade leva a outras doenças. É importante reforçar que essas outras doenças não são apenas conseqüências da obesidade. Elas também podem ocorrer por outros motivos. Neste artigo vou ressaltar a obesidade como um ponto de partida para essas doenças.</p>
<p>Quem está com obesidade provavelmente tem um alto consumo de gorduras na alimentação e um hábito de vida inadequado (estresse e sedentarismo). Isso pode levar a um aumento de gorduras ruins no sangue como colesterol alto (deslipidemia). Essa gordura vai se acumulando nas artérias e atrapalha a passagem do sangue (aterosclerose). Com essa passagem do sangue dificultada, o coração tem que bombear muito mais forte para conseguir fazer com que o sangue passe pelas artérias e irrigue todo o corpo. Com isso aumenta a pressão do sangue na artéria, levando a hipertensão arterial. Com tanto esforço, chega um momento que uma parte do coração não agüenta e morre, conhecido como infarto agudo do miocárdio. No cérebro, essa obstrução leva ao derrame cerebral. O sangue desce pela ação da gravidade, mas para ter esse retorno contamos com válvulas que fazem esse serviço. Com o excesso de  peso esse trabalho é dificultado e parte desse sangue fica retido levando as varizes.</p>
<p>A Gota é uma doença que afeta mais homens em torno dos 45 anos. Mas isso não quer dizer que não pode acontecer com as mulheres também. São inflamações nas extremidades do corpo que incham e doem bastante. Isso acontece devido o aumento do ácido úrico no sangue e está relacionado também com artrite aguda.</p>
<p>Nós temos cartilagem entre os ossos. Ela parece uma &#8220;gelatina&#8221; que tem como função diminuir o atrito entre os ossos. Com o aumento de peso essa cartilagem não consegue fazer o seu trabalho e começa a ter choque entre os ossos (osteoartrose).</p>
<p>Existem dois tipos de diabetes. A tipo 1 (genética), ou seja, a pessoa descobre nos primeiros anos de vida ou até a adolescência, e a tipo 2 que acontece por consequência de erros alimentares e estilo de vida. Quem tem obesidade tem 2 vezes mais chances de desenvolver a diabetes.</p>
<p>A alimentação inadequada pobre em fibras e rica em gorduras e carboidratos além de elevar o colesterol também pode levar a pedras na vesícula (cálculos na vesícula biliar).</p>
<p>Quem tem obesidade já deve ter percebido que tem dificuldade para respirar e dormir. A gordura, principalmente na região abdominal pode levar à apnéia do sono. Essa doença é percebida quando a pessoa que está deitada para de respirar por alguns instantes. Só volta a respirar quando a pessoa se levanta. É uma doença perigosa que só com a diminuição do peso já é possível perceber melhora. Quem tem essas doenças tem que estar com acompanhamento médico e precisa levar a sério a reeducação alimentar para ter melhora dos sintomas.</p>
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