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	<title>Nutricionista&#187; Nutricionista Para Gestantes &#8211; Nutrição na Gestação</title>
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	<description>Dietas, Alimentação, Receitas, Alimentos, Emagrecer, Obesidade, Bebidas e Suplementos.</description>
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		<title>Gestante e os fitoterápicos</title>
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		<pubDate>Thu, 12 May 2011 23:05:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Francis</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestante]]></category>

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		<description><![CDATA[
A Revista Brasileira de Nutrição Funcional de nº 46, publicada no ano passado, trouxe um artigo alertando sobre o uso de fitoterápicos durante a gestação. Acontece que durante a gestação a futura mãe ouve de amigos, vizinhos e parentes muitas indicações de &#8220;chazinhos&#8221; que podem auxiliar na diminuição de algum mal estar próprio da gravidez. Mas, quando é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-3578 alignnone" src="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2011/05/cha1.JPG" alt="_cha[1]" width="300" height="289" /></p>
<p>A Revista Brasileira de Nutrição Funcional de nº 46, publicada no ano passado, trouxe um artigo alertando sobre o uso de fitoterápicos durante a gestação. Acontece que durante a gestação a futura mãe ouve de amigos, vizinhos e parentes muitas indicações de &#8220;chazinhos&#8221; que podem auxiliar na diminuição de algum mal estar próprio da gravidez. Mas, quando é que esses &#8220;chazinhos&#8221; podem fazer mal para a mãe e para o bebê?</p>
<p>Acredita-se que pelo fato de serem produtos naturais, provenientes de plantas, em sua maioria, os fitoterápicos não causam nenhum efeito colateral, o que incentiva o consumo entre a população, inclusive entre gestantes e lactantes. Porém, mesmo sendo de fontes naturais, os fitoterápicos podem causar efeitos colaterais assim como qualquer outro medicamento. Os dados sobre os efeitos colaterais de fitoterápicos em gestantes e lactantes ainda são pouco consistente, devendo haver, portanto, uma precaução quanto ao uso desses produtos.  Outro cuidado que a gestante deve ter é o de informar ao seu médico caso esteja usando algum fitoterápico. Pacientes raramente informam ao profissional de saúde se estão fazendo uso de plantas medicinais, dificultando muitas vezes a indentificação de um possível efeito colateral.</p>
<p>Estudos já demonstraram que alguns fitoterápicos, quando utilizados durante a gestação ou lactação, podem causar efeitos adversos como estímulo da contração uterina, o parto prematuro e até o aborto. Outros possuem ainda ação hormonal, podendo provocar alterações no desenvolvimento e mal formações fetais.</p>
<p>A constipação intestinal, por exemplo, é um sintoma comum durante a gestação e que muitas vezes é tratado com alguma planta medicinal definida como laxante, a exemplo temos o sene, o ruibarbo, frângula e a babosa. Porém, essas plantas possuem antraquinonas e não devem ser utilizadas durante a gestação, principalmente nos três primeiros meses, podendo induzir contrações uterinas na gestante, aumentar o fluxo sanguíneo para o útero seus e anexos, aumentando assim as chances de ocorrer um aborto. Em lactantes essa substância pode ser passada pelo leite e causar espasmos no bebê.</p>
<p>Outra principal causa que faz com que a gestante busque por fitoterápicos, o enjôo matinal, tem o gengibre como principal planta utilizada para amenizar o mal estar, porém os estudos ainda não são conclusivos sobre os possíveis efeitos colaterais desta planta. Sabe-se que o gengibre possui compostos que podem atuar diminuindo a agregação plaquetária. Sendo assim, é preciso ter muito cuidado com gestantes que estão em uso de anticoagulantes e/ou próximo ao trabalho de parto.</p>
<p>Algumas plantas possuem seu efeito já bem estudado e devem ser evitadas por mulheres gestantes e lactantes, essa plantas são consideradas abortivas e emenagogas (que provocam a menstruação). Além de serem plantas que podem provocar o aborto, quando utilizadas em altas doses ainda provocam uma intoxicação sistêmica no organismo do indivíduo que a consumiu. As dez principais plantas que devem ser evitadas durante a gestação e lactação, principalmente durante os três primeiros meses, são: sene, arruda, boldo, buchinha-do-norte ou cabacinha, marcela, canela, quina-quina, cravo, aroeira e agoniada.</p>
<p>Além das plantas citadas acima, também deve ser restrito durante a gestação o uso de fitoterápicos a base de carqueja, arnica, fucus, hibiscus, noz-moscada, cáscara-sagrada, romã, cavalinha, arnica, babosa e cardo-mariano, principalmente, no primeiro trimestre gestacional ou de lactação.</p>
<p>Diante do exposto é possível ver como é importante o acompanhamento do médico e <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a> durante a gestação, pois somente um profissional habilitado pode dizer qual fitoterápico é bom para você e seu bebê!</p>
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		<title>Gestantes e suplementação</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 13:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestante]]></category>

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		<description><![CDATA[
A gestação é uma fase em que o corpo da mulher sofre alterações nutricionais e no metabolismo, que tem como objetivo o desenvolvimento adequado do feto. No primeiro semestre de gestação, a mãe está em estado de anabolismo, com aumento dos depósitos de gordura. Já no final, o rápido crescimento do feto é garantido pelos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www.corposaun.com/wp-content/uploads/2010/07/gestante.jpg" alt="" width="137" height="115" /></p>
<p>A gestação é uma fase em que o corpo da mulher sofre alterações nutricionais e no metabolismo, que tem como objetivo o desenvolvimento adequado do feto. No primeiro semestre de gestação, a mãe está em estado de anabolismo, com aumento dos depósitos de gordura. Já no final, o rápido crescimento do feto é garantido pelos nutrientes transferidos pela mãe, com quebra do tecido adiposo (o estoque de gordura da mãe servirá de energia para o feto &#8211; catabolismo).</p>
<p>Junto a esse simples exemplo ocorrem várias alterações hormonais para dar suporte não apenas a esta etapa, mas também à produção de leite para nutrir o bebê após o nascimento. Portanto, uma alimentação com escolhas adequadas e proporções equilibradas, disponibiliza os nutrientes necessários para essa fase, é fundamental para manter a saúde materna e promover o desenvolvimento de um feto saudável.</p>
<p>Dessa forma, o uso de suplementos torna-se dispensável, pois a associação de uma maior eficiência na absorção e na utilização de nutrientes (o que normalmente ocorre na gestação) ao aumento no consumo alimentar da mãe, é suficiente para atender a maioria das necessidades aumentadas de nutrientes.</p>
<p>A suplementação para gestantes é necessária apenas quando não se atinge as necessidades através da alimentação, em gestantes que já apresentam deficiência de algum nutriente, em quadros de desnutrição ou em populações de risco. Essa avaliação deve ser realizada por um(a) <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a> ou médico(a), pois, assim como a falta, o excesso de determinados nutrientes também pode causar prejuízos à saúde materna e do bebê.</p>
<p>A exceção é para a suplementação de ácido fólico e ferro, que tem demonstrado eficiência quanto a defeitos no tubo neural do feto e risco de anemia. De acordo com o Ministério da Saúde e Organização Mundial da Saúde (OMS) gestantes devem receber dose profilática diária de ferro. A quantidade é de 30 a 40 mg durante os últimos três meses de gestação, independente da presença de deficiências do mineral. Quanto ao ácido fólico, a recomendação de ingestão diária é de 600 mcg (DRI 1998) de “Equivalentes de Folato Dietético” (ácido fólico ou folato). Suplementos devem ser 400 mcg, sendo o restante adquirido pela alimentação (BERG et al. 2001).</p>
<p>Alguns estudos também mostram que o uso de óleo de peixe (presença de ácidos graxos ômega-3) pela gestante ajuda no desenvolvimento cognitivo (compreensão, intelectualidade), imunidade (sistema de defesa do organismo) do bebê, retina do feto, como também na fase do nascimento aos 2 anos. A necessidade desses óleos está aumentada no feto para atender à acelerada produção dos tecidos cerebrais, já que o cérebro é constituído, em grande parte, de lipídios (gorduras), dependendo de alimentos com esses ácidos graxos para seu crescimento, estrutura e função.</p>
<p>Esses ácidos graxos são primariamente transferidos ao feto pela placenta. Dessa forma, é aconselhável o consumo materno de alimentos que apresentam esses ômega-3 em sua composição, como, por exemplo, peixes, de 2 a 3 vezes por semana. Na impossibilidade do consumo de peixes, o óleo de soja e de canola também são boas fontes. Neste caso, também pode ser feita suplementação com 1 g de óleo de peixe por dia. É importante lembrar que os lipídios não devem ultrapassar 30% das calorias diárias da gestante.</p>
<p>Deve-se ter cautela com a suplementação durante esta fase, pois diversos fatores devem ser analisados por um profissional <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a> ou médico, a considerar hábitos alimentares, idade da mãe (adolescentes necessitam de uma dose maior de alguns nutrientes por ainda estarem na fase de desenvolvimento), hábitos de vida, presença de doenças e outros.</p>
<p>Uma alimentação e suplementação adequadas para cada caso contribuem para a saúde materna e bom desenvolvimento do feto, auxiliam na aquisição de bons hábitos alimentares pela criança e reduzem riscos para doenças crônicas na idade adulta.</p>
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		<title>A Relação entre Nutrição Materna e o Desenvolvimento Fetal</title>
		<link>http://www.anutricionista.com/a-relacao-entre-nutricao-materna-e-o-desenvolvimento-fetal.html</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 22:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Audrey</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestante]]></category>

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		<description><![CDATA[Os estudos sobre a relação existente entre o estado nutricional e o resultado da gestação têm merecido a atenção dos pesquisadores, e sabe-se que a inadequação nutricional da mãe tem uma grande influência nas condições ao nascer, pois o período gestacional é uma fase na qual as exigências nutricionais são elevadas em comparação ao período pré-gestacional visando permitir os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os estudos sobre a relação existente entre o estado nutricional e o resultado da gestação têm merecido a atenção dos pesquisadores, e sabe-se que a inadequação nutricional da mãe tem uma grande influência nas condições ao nascer, pois o período gestacional é uma fase na qual as exigências nutricionais são elevadas em comparação ao período pré-gestacional visando permitir os ajustes fisiológicos no organismo materno e o desenvolvimento fetal. Com isso teremos boas condições de nutrição na vida intra-uterina, tendo maior chances de iniciar suas vidas em melhores condições de saúde física e mental.</p>
<p>O prognóstico de uma gestação é influenciado nutricionalmente pelo estado materno antes da concepção e por toda a gestação. O cuidado nutricional deve ser, portanto, iniciado o mais precocemente possível, mesmo na fase inicial da gestação, a deficiência de nutrientes pode ocasionar comprometimento do desenvolvimento fetal.</p>
<p>A alimentação da mãe deve incluir fontes adicionais de calorias, proteínas, minerais e vitaminas em quantidade suficiente para assegurar a produção e composição adequadas de leite. A ingestão de líquidos deve ser pelo menos 2 (dois) litros por dia. A alimentação da mãe deve ser suficiente para garantir a produção adequada de leite, tanto em qualidade quanto em quantidades, para que não haja uma diminuição de suas próprias reservas.</p>
<p>As necessidades de nutrientes pode ser feitas com o consumo diário de:</p>
<p>- 6 a 11 porções de pães, cereais, massas, arroz ou outros grãos;</p>
<p>- 2 a 4 porções de frutas;</p>
<p>- 3 a 5 porções de vegetais;</p>
<p>- 2 a 3 porções de carnes, aves, peixes, feijão (leguminosas), ovos ou nozes;</p>
<p>- 2 a 3 porções de leite, iogurte, queijo e outros laticínios;</p>
<p>A importância das vitaminas no desenvolvimento da gestação:</p>
<p><strong> Vitamina A:</strong> importante para o desenvolvimento da pele, mucosas, retina dos olhos aumentando a resistência do organismo. A carência provoca problemas no crescimento, na pele, nas vistas e no peso. Essa vitamina encontra-se na gema de ovo, leite e seus derivados, espinafre, fígado, tomate, chicória, cará, abóbora e mamão;</p>
<p><strong>Vitamina B1:</strong> com essa vitamina a glicose é transformada em energia, ajudando o metabolismo materno e fetal. A carência provoca fraqueza muscular da mãe, perda de peso, problemas cardiovasculares. Essa vitamina encontra-se em cereais integrais, carnes de porco, lentilhas, nozes, frutas, ovos, legumes, gema de ovo, soja;</p>
<p><strong>Vitamina B6:</strong> auxilia no crescimento do feto e no ganho de peso, com maior atuação no segundo semestre da gestação. A carência causa irritação na gestante, dermatite, baixo peso fetal, lesões nas mucosas. Essa vitamina encontra-se trigo, carne bovina e suína, leite e derivados, cereais integrais, fígado, batata, frango, banana, peixe, leveduras;</p>
<p><strong>Vitamina B12:</strong> auxilia na formação dos glóbulos vermelhos. A carência pode provocar anemia, irritação, distúrbios gástricos, depressão nervosa. Essa vitamina encontra-se nos ovos, peixe, fígado e rim de boi, aveia, ostras;</p>
<p><strong> Vitamina C:</strong> auxilia na formação do colágeno, tem importância na conservação dos vasos sanguíneos e tecidos, é importantíssimo na absorção do ferro no organismo fortalecendo assim o sistema imunológico. A carência causa problemas na pele e gengivas, enfraquece as defesas imunológicas da gestante, fragiliza o tecido vascular. Essa vitamina encontra-se na acerola, nabo, espinafre, limão, abacaxi, goiaba, laranja, caju, mamão, tomate, alface, cenoura, agrião, pimentão;</p>
<p><strong>Vitamina D e E:</strong> auxilia as células que transportam oxigênio, essa vitamina aliada ao sol ajuda na fixação do fósforo e cálcio nos dentes e ossos. A vitamina E ajuda o metabolismo muscular, é antioxidante e ajuda na fertilidade. A carência pode provocar problemas nas gengivas e na pele, raquitismo. Essa vitamina encontra-se no leite, gema de ovo, óleo de fígado de peixe, manteiga e raios solares;</p>
<p><strong>Ácido Fólico:</strong> ajuda a forma células brancas e vermelhas do sangue, essencial durante  a gestação para ajudar na produção aumentada do sangue, necessária para o feto e a placenta. A carência causa má-formação do feto. Essa vitamina encontra-se nas verduras verde-escura, como por exemplo, o brócolis e fígado, leguminosas, melão, banana;</p>
<p><strong>Ferro:</strong> é necessário para formação das células vermelhas do sangue, essas carregam oxigênio para todas as partes do corpo. A carência pode causar fraqueza, fadiga, tonturas, anemia materna. O ferro encontra-se no fígado, carnes vermelhas, fígado, peixes, frutos do mar e aves, ameixa e outras frutas secas, feijões, hortaliças folhosas, como por exemplo, a couve;</p>
<p><strong>Magnésio:</strong> auxilia no funcionamento celular, ajudando para formação e o crescimento dos tecidos. A carência pode causar fadiga. O magnésio encontra-se na soja, frutos do mar, nozes, cereais integrais, cacau, ervilhas e feijões;</p>
<p><strong>Cálcio e Fósforo:</strong> auxiliam quando os ossos do bebê estão endurecendo e os dentes estão se formando. A carência pode causar malformação dentária e óssea e na gestante cãibras e gengivite. O cálcio encontram-se na gema do ovo, cereais integrais, leite e derivados e o Fósforo encontram-se em carnes magras;</p>
<p>A gravidez é um momento especial em sua vida. E a boa nutrição é, agora, mais importante do que nunca. Mulheres com uma nutrição adequada durante a gravidez têm menos complicações e dão luz a bebês maiores e mais saudáveis.</p>
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		<title>Alimentação Na Gestação</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Feb 2011 23:25:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestante]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante a gestação toda mulher sabe que deve cuidar melhor de sua saúde e de seu bebê.  Aqui vão algumas dicas de como cuidar da saúde de ambos usando a alimentação como aliada.
Todos os nutrientes que a gestante consome são levados ao feto, que necessita de ferro para produzir hemácias, cálcio para construir os ossos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a gestação toda mulher sabe que deve cuidar melhor de sua saúde e de seu bebê.  Aqui vão algumas dicas de como cuidar da saúde de ambos usando a alimentação como aliada.</p>
<p>Todos os nutrientes que a gestante consome são levados ao feto, que necessita de ferro para produzir hemácias, cálcio para construir os ossos, vitaminas para produzir células e defesas do organismo. Portanto toda gestante deve se lembra de ingerir:</p>
<p><strong>Proteínas</strong> através de carne bovina, aves, peixes, ovos, leite e derivados e leguminosas como feijão, ervilha, lentilha, grão de bico e soja;</p>
<p>F<strong>erro</strong> (fígado, miúdos, carnes vermelhas, leguminosas e verduras verde-escuro);</p>
<p>Cálcio (iogurte, leite desnatado, queijos, peixe, vegetais verdes e gergelim triturado);</p>
<p>Alimentos ricos em vitamina C junto às principais refeições (goiaba, caju, laranja, limão e mexerica), para auxiliar a absorção do ferro vegetal;</p>
<p>Alimentos ricos em ácido fólico/Vitamina B9 (verduras de folha verde, legumes, frutos secos, grãos integrais e levedura de cerveja).</p>
<p>Aumentar a ingestão de verduras, legumes e frutas;</p>
<p>Preferir alimentos em preparações simples: assados, cozidos, grelhados, ensopados;</p>
<p>Consumir alimentos ricos em fibras como cereais integrais (arroz, aveia, centeio e trigo), vegetais folhosos, leguminosas e frutas, para auxiliar o funcionamento intestinal;</p>
<p>As gestante ambém devem lembrar que o excesso de gorduras e açúcares podem trazer prejuízos a saúde do feto, fazer com que ele ganhe muito peso a pode até fazer com que a criança faça hiperglicemia, fator que pode levar ao diabetes. Portanto lembre-se sempre de:</p>
<p>- Evitar o consumo de alimentos gordurosos, frituras, pasteis e alimentos ricos em açúcares (doces, balas, chocolate e refrigerante);</p>
<p>- Evitar o consumo de álcool, café, chá mate e preto;</p>
<p>- Preferir chá de erva cidreira, camomila, hortelã, erva-doce e gengibre.</p>
<p><strong>Para evitar Náuseas e Vômitos</strong></p>
<p>Muito comum durante o inicio da gestação as náuseas e vômitos podem fazer até com que a gestante perca peso, o que não é um bom sinal para uma gestação saudável. Portanto lembre-se sempre de:</p>
<p>- Fazer dieta fracionada, ou seja, alimentar-se de três em três horas, com menor volume;</p>
<p>- Preferir alimentos cozidos e de fácil digestão como verduras e legumes cozidos e na forma de purê, carnes magras, macarrão e sopas;</p>
<p>- Preferir temperos suaves e naturais como orégano ou alecrim;</p>
<p>- Preferir alimentos sólidos pela manhã, como biscoitos salgados e torradas;</p>
<p>- Ingerir bastante líquido nos intervalos das refeições.</p>
<p>- Evitar deitar-se após as grandes refeições (almoço e jantar);</p>
<p>- Alimentos de sabor ácido como laranja, limão, kiwi, abacaxi e outros podem aliviar a sensação do enjôo.</p>
<p>Durante a amamentação a alimentação também deve ser controlada, pois o que a mãe consome interfere na cor e sabor do leite materno. Muitos estudos mostram que quando as mães bebem suco de laranja, por exemplo, durante a gestação e amamentação, os bebês aceitam com mais facilidade as frutas, já as mães que consomem muitos doces durante esses períodos têm mais dificuldades de incerir alimentos mais diversificados na alimentação dos filhos, como legumes e frutas.</p>
<p>Além disso, os nutrientes ingeridos pela mãe durante a alimentação também são os nutrientes presentes no leite materno, portanto se a mãe consome muita gordura trans, essa gordura é passada para a criança durante a amamentação.</p>
<p>Lembre-se que os hábitos alimentares de seu bebê começam durante a gestação e amamentação e é de extrema impotância que  desde cedo ele aprenda a comer alimentos saudáveis!</p>
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		<title>Excesso de Peso na Gravidez</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jan 2011 22:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Giovana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestante]]></category>

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		<description><![CDATA[
Olá!
Realmente a gravidez é um momento mágico de muitas mudanças e que vale a pena ficar informada para poder curtir cada momento com muita serenidade. Faz bem pra toda família e muito bem para o bebê.
Quem esta planejando ter um filho, mas está com excesso de peso, o melhor há fazer é tentar perder os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-2705 alignnone" src="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2011/01/fotos-de-mulheres-gravidas12.jpg" alt="fotos-de-mulheres-gravidas[1]" width="250" height="166" /></p>
<p>Olá!</p>
<p>Realmente a gravidez é um momento mágico de muitas mudanças e que vale a pena ficar informada para poder curtir cada momento com muita serenidade. Faz bem pra toda família e muito bem para o bebê.</p>
<p>Quem esta planejando ter um filho, mas está com excesso de peso, o melhor há fazer é tentar perder os quilos em excesso para garantir uma gravidez mais tranquila. Já as gravidinhas que estão acima do peso devem  equilibrar as quantidades dos alimentos para evitar maior ganho de peso. Para qualquer mulher grávida os alimentos mais leves e saudáveis são sempre a melhor escolha.</p>
<p>As refeições devem ser fracionadas em três principais (café  da manhã, almoço e jantar) e três pequenos lanches leves (lanche da manhã, lanche da tarde e ceia), que pode ser uma fruta ou iogurte ou queijo magro com torradas integrais.</p>
<p>O apetite aumenta naturalmente com todo o processo da gestação, por isso as escolhas corretas dos alimentos são de fundamental importância para garantir os nutrientes necessários para a formação do bebê.</p>
<p>Faça opção por carnes magras (grelhadas, cozidas ou assadas), queijos brancos, iogurtes, leite, frutas, legumes, leguminosas, verduras, sucos de frutas naturais, carboidratos integrais (arroz, pães, macarrão, cereais e farinhas), tome de 8 a 10 copos de água no decorrer do dia, mas evite líquidos durante as refeições e use sal com moderação.</p>
<p>Passe longe de frituras, gorduras, doces recheados, refrigerantes. Quando bater aquela vontade por doces, opte por saladas de frutas, gelatinas com frutas, picolé de frutas, barrinha de cereais com chocolate meio amargo, uma colher de sobremesa de doce caseiro de banana, abóbora, mamão, tudo claro, com moderação.</p>
<p>Antes de ir ao supermercado faça a lista dos alimentos que você precisa e nunca vá fazer as compras com fome, pois as guloseimas nas prateleiras costumam ficar parecendo bem mais atraentes do que realmente são, e fica mais difícil resistir.</p>
<p>Pratique alguma atividade física com acompanhamento profissional, hidroginástica ou caminhadas em lugares planos com tênis e roupas adequadas são boas opções.</p>
<p>O aumento de peso durante a gravidez deve ser gradativo. Para uma gestante com o peso normal o recomendável é que ganhe entre 9 a 12 quilos em média, já as que estão com excesso de peso o mínimo seria o mais indicado, apenas o necessário para garantir o bom desenvolvimento do bebê, sem &#8220;quilinhos&#8221; extras.</p>
<p>Alguns suplementos como cálcio, ferro e ácido fólico poderão ser necessários, de acordo com hábitos e necessidades de cada uma, como por exemplo, mulheres vegetarianas ou com intolerância a lactose ou até mesmo por conduta  médica.</p>
<p>O ácido fólico ou folacina é uma vitamina  essencial para prevenir má formação congênita, sua deficiência no organismo pode causar a má formação do tubo neural. O ácido fólico pode ser encontrado em vários alimentos como, feijões, fígado, carnes magras, pão de trigo integral, verduras verdes escuras como o espinafre, brócolis e aspargos. Portanto uma alimentação balanceada deve começar de preferência antes da gravidez.</p>
<p>Com todos esses cuidados com a alimentação e o controle do peso, alguns transtornos podem ser evitados durante a gravidez, tais como:</p>
<p>Hipertensão Arterial podendo levar a um quadro de pré-eclâmpsia, dislipidemias (alteração do colesterol ruim), diabetes gestacional, dores nas costas, dificuldades para a realização de parto natural, e no caso de cesariana, dificuldades do anestesista em ultrapassar a camada adiposa, tendo as vezes que optar por anestesia geral.</p>
<p>Portanto é fundamental um bom pré-natal e acompanhamento nutricional, garantindo assim informações e ações importantes para a saúde das futuras mamães e seus bebês.</p>
<p>Boa Sorte!</p>
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		<title>Fertilidade e Nutrição</title>
		<link>http://www.anutricionista.com/fertilidade-e-nutricao.html</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 12:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestante]]></category>

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Poucas pessoas sabem, mas o estado nutricional antes e durante a gravidez é crítico tanto pra mãe quanto para o bebê, como por exemplo, influenciando na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis (como diabetes e hipertensão), e inclusive na capacidade reprodutiva da mulher para outras gestações. O período gestacional é caracterizado por inúmeras alterações orgânicas, como físicas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img class="alignnone size-full wp-image-2694" src="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2011/01/A-Infertilidade-inexplicavel-FERTILIDADE-NATURAL2.jpg" alt="A-Infertilidade-inexplicavel-FERTILIDADE-NATURAL" width="200" height="146" /></p>
<p style="text-align: justify">Poucas pessoas sabem, mas o estado nutricional antes e durante a gravidez é crítico tanto pra mãe quanto para o bebê, como por exemplo, influenciando na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis (como diabetes e hipertensão), e inclusive na capacidade reprodutiva da mulher para outras gestações. O período gestacional é caracterizado por inúmeras alterações orgânicas, como físicas, emocionais, de comporto, alimentares e outras. Todas essas alterações são extremamente necessárias para que o organismo da gestante consiga garantir o desenvolvimento adequado do bebê e da gestação como um todo, além de também preparar para o trabalho de parto e o período de lactação.</p>
<p style="text-align: justify">A constatação simples de que somos feitos de nutrientes obtidos através da ingestão dos alimentos, e que esses nutrientes executam todas as funções do nosso organismo, atualmente é negligenciada. Logo, podemos observar o aumento nas taxas de infertilidade feminina e masculina, assim como do número de abortos espontâneos, partos prematuros e crianças que nascem alérgicas.</p>
<p style="text-align: justify">Ainda não existe a cultura de uma nutrição adequada (alimentação saudável) quanto ao período anterior à gravidez, ignorando-se a sua importância para o sucesso da concepção, da fertilidade, da proteção do recém nascido frente ao risco de má formação fetal e de seu peso ao nascer. Ou seja, quanto mais saudáveis e equilibrados nutricionalmente a mãe e o pai estiverem, assim também será com seu óvulo e seu espermatozóide, aumentando as chances de gerarem um bebê saudável. Um organismo desiquilibrado nutricionalmente pode não ser estéril, porém pode ter as chances de engravider e/ou manter a gravidez reduzidas.</p>
<p style="text-align: justify">Embora existem nutrientes que são diretamente relacionados com com a fertilidade, como zinco, vitaminas do complexo B, selênio, vitamina E, Vitamina A, colesterol, magnésio, ômega 3, entre outros, devemos lembrar que os nutrientes só agem em conjunto. A carência ou excesso de qualquer nutriente irá interferir na ação dos outros, desiquilibrando suas funções. Podemos entender então, que uma alimentação equilibrada em qualidade e quantidade, assim como a regularidade (comer em intervalos regulares de 2 a 3 horas), ingestão de líquidos adequada, priorizar alimentos naturais ao invés dos industrializados são umas das táticas para quem quer manter ou aumentar sua fertilidade.</p>
<p style="text-align: justify">Exemplo de escolhas alimentares para os futuros papais:</p>
<p style="text-align: justify"><span style="text-decoration: underline;">OBS: este exemplo a seguir contém somente os alimentos, com objetivo de demonstrar escolhas equilibradas. A quantidade a ser utilizada deve ser indicada pelo seu <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a>, assim como adequar estas opções  a individualidade de cada pessoa.</span></p>
<p style="text-align: justify">Café da manhã: Pão de forma integral + manteiga + queijo branco<br />
Iogurte + granola<br />
Mamão</p>
<p style="text-align: justify">Lanche da manhã: Oleaginosas (nozes, amêndoas, castanhas)</p>
<p style="text-align: justify">Almoço: Arroz integral + feijão sem salgados<br />
Cenoura cozida (à vapor)<br />
Brócolis cozido (à vapor)<br />
Repolho refogado<br />
Bife de carne vermelha<br />
Salada verde (com alface, rúcula, agrião&#8230;)<br />
Suco natural de abacaxi com hortelã</p>
<p style="text-align: justify">Lanche da tarde: Bolachas integrais + requeijão<br />
Maçã com casca</p>
<p style="text-align: justify">Jantar: Arroz com lentilha<br />
Ovo cozido<br />
Legumes cozidos e refogados (batata, chuchu, cenoura)<br />
Salada de alface com tomate e cebola<br />
Suco de morango</p>
<p style="text-align: justify">Ceia: Mingau de aveia.</p>
<p style="text-align: justify">No momento da fertilização quando um ser humano começa a existir, a Nutrição tem início. Este período do desenvolvimento, quando as coisas podem ser definidas é de vital importância, e a Nutrição pode exercer uma profunda influência, que se estende por toda a vida.</p>
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
<p style="text-align: justify">
]]></content:encoded>
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		<title>Amamentação adequada: Recomendações para a Nutriz</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 20:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Catarina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestante]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas mulheres, ao darem à luz, sentem-se pressionadas, em grande parte pela sociedade, a eliminarem os quilos ganhos durante a gestação, imediatamente após o parto. Não sabem elas que após o nascimento, dá-se início a um período tão importante quanto a própria gestação, que é a amamentação. Você sabia que para produzir 1l de leite, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas mulheres, ao darem à luz, sentem-se pressionadas, em grande parte pela sociedade, a eliminarem os quilos ganhos durante a gestação, imediatamente após o parto. Não sabem elas que após o nascimento, dá-se início a um período tão importante quanto a própria gestação, que é a amamentação. Você sabia que para produzir 1l de leite, são necessários 900 kcal e que 1/3 é disponibilizado dos depósitos maternos? E considerando-se a média de produção diária de 850ml, estima-se um acréscimo de 500kcal na dieta da mulher que está amamentando. Fora isso, há também uma maior necessidade de proteínas, vitaminas e minerais, e uma alimentação fracionada em 6x/dia, para garantir níveis glicêmicos constantes nesse intenso processo metabólico.</p>
<p>Diante do número cada vez maior de mulheres que fazem cirurgias de próteses de silicone, e também aquelas que se submetem a reduções mamária, vamos ver como isso influencia na prática da amamentação. Com relação à redução do tecido mamário e do tecido adiposo, alguns estudos mostram que mulheres que fizeram a mamoplastia apresentaram uma duração menor no tempo da amamentação, porém, se essa redução não for tão brusca, pode ser revertida, visto que há proliferação desses tecidos na gestação e na lactação. Já em relação às próteses de silicone, não há estudos conclusivos que contra indiquem a amamentação nesse casos.</p>
<p>Então, quais seriam as práticas alimentares maternas recomendada durante a lactação? Como saber se o seu melhor está sendo oferecido ao seu bebê através da amamentação, sem causar no entanto, maiores prejuízos para sua saúde e sua integridade física?</p>
<p>1. Ingerir 4 copos de ÁGUA /dia ou, se houver dificuldades, 2 copos de água + aumentar a ingestão de verduras, legumes e frutas. Lembrar que os 4 copos são verdadeiramente de água, e não de líquidos em geral, como sucos etc, cuja absorção de água pura é menor.</p>
<p>2. Não ingerir álcool, pois ele tem a capacidade de mudar o odor do leite materno, que gera uma recusa da criança e menor poder de sucção. A ingestão ocasional e em pequenas quantidades não é proibida, porém a mãe só deve amamentar após 2h de ingestão.</p>
<p>3. A produção de leite não é prejudicada nem melhorada pelos tipos de alimentos consumidos pela nutriz. Não se prenda a lendas e a boatos que são ditos por aí, informe-se corretamente.</p>
<p>4. Não ultrapassar o consumo diário de 3 xícaras de café/dia (100ml). Excessos de cafeína causam insônia e irritabilidade no bebê.</p>
<p>5. Ingerir peixe, 3x/semana, garante os níveis adequados de ômega 3 no leite materno, proporcionando substrato para o desenvolvimento do sistema nervoso e da retina do lactente. Um dos exemplos seria a sardinha, economicamente acessível e com resultados animadores.</p>
<p>6. Não fumar!! A nicotina provoca irritabilidade na criança e inibe a prolactina e consequentemente a produção do leite materno.</p>
<p>Bom, tenha a certeza que essas medidas irão tornar esse período importantíssimo para o desenvolvimento do seu bebê, em um período prazeroso e benéfico para ambas as partes, e sem dores ou traumas para a mãe. Consulte um <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a> e obtenha uma plano alimentar individualizado e voltado para sua situação.</p>
<p>Até a próxima!</p>
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		<title>Os benefícios do peixe na gravidez</title>
		<link>http://www.anutricionista.com/os-beneficios-do-peixe-na-gravidez.html</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 12:30:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karen</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestante]]></category>

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		<description><![CDATA[
Você já comeu um peixinho, feito na hora, ensopado, assado ou cozido?
Agora você terá outros motivos para aumentar o consumo de peixe. Este alimento é rico em duas célebres gorduras: o ácido docosahexaenóico (DHA) e o ácido eicosapentaenóico (EPA), que são gorduras ômega-3, fundamentais para o desenvolvimento saudável do seu bebê. Ele favorece o desenvolvimento do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-2179 alignright" src="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2010/11/peixe.jpg" alt="peixe" width="135" height="68" /></p>
<p>Você já comeu um peixinho, feito na hora, ensopado, assado ou cozido?</p>
<p>Agora você terá outros motivos para aumentar o consumo de peixe. Este alimento é rico em duas célebres gorduras: o ácido docosahexaenóico (DHA) e o ácido eicosapentaenóico (EPA), que são gorduras ômega-3, fundamentais para o desenvolvimento saudável do seu bebê. Ele favorece o desenvolvimento do sistema nervoso central, desenvolvimento cognitivo (adquirir, absorver conhecimento, funções ligadas ao intelecto), visão, imunidade, ajuda a prevenir o parto prematuro, além de prevenir e tratar doenças cardiovasculares.</p>
<p>O cérebro humano compõe-se de cerca de 60% de gordura, sendo o DHA a principal gordura encontrada no cérebro e na retina.</p>
<p>Um estudo publicado no The Lancet mostrou que mulheres grávidas que consumiam cerca de 300 gramas de peixe ou frutos do mar por semana davam à luz crianças com pontuações mais altas em testes de QI.</p>
<p>Em situações nas quais ocorra sua deficiência, podem ser observadas alterações neurológicas e visuais, tais como: mudez, fraqueza, incapacidade de andar, dores nas pernas, distúrbios psicológicos, visão turva e alterações na capacidade de aprendizado.</p>
<p><strong>Peixes recomendados</strong></p>
<p>Os peixes de água fria, como a sardinha, arenque, salmão, truta, bacalhau e linguado são ótimas fontes. A melhor escolha é consumi-los frescos, já que possuem maior concentração deste nutriente.</p>
<p>É aconselhável que mulheres grávidas e crianças evitem o consumo de  tubarão, peixe-espada, atum fresco e congelado, cavala e lofolátilo. Além de limitar os demais a 350 gramas por semana. São peixes que correm o risco de estarem contaminados com metilmercúrio, bifenilas policlorinadas (PCBs) e dioxinas, todos representando potencial risco à saúde.</p>
<p><strong>Como escolher o peixe na hora da compra?</strong></p>
<ul>
<li>A carne do peixe deve estar firme à pressão dos dedos;</li>
<li>A carne é branca rosada;</li>
<li>Os olhos do peixe tem que estar salientes e brilhantes;</li>
<li>As escamas devem ser bem aderidas à pele;</li>
</ul>
<p>Informe-se quanto ao dia de chegada do peixe fresco no mercado.</p>
<p><strong>Dicas</strong></p>
<ul>
<li>Coma peixe fresco de 2 a 3 vezes por semana;</li>
<li>Atum e sardinha enlatados também valem. Apenas dê preferência aos conservados em água (atum em lata tem baixo teor de mercúrio, em especial se for &#8220;light&#8221;);</li>
<li>Escolha receitas com preparações ensopadas, assadas, grelhadas ou cozidas;</li>
<li>Use também como recheio de tortas.</li>
<li>Para dias em que não é possível consumir peixe, suplementos podem ser apropriados. As cápsulas fornecem diferentes concentrações de EPA e DHA. Porém, pode haver  náusea e perturbações gastrointestinais. Mas os benefícios provavelmente valerão a pena.</li>
</ul>
<p>Peça ao seu(a) <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a> dicas de preparo e adequação do seu cardápio com esse tipo de alimento.</p>
<p><strong>Sardinha à Escabeche</strong></p>
<p><strong>Ingredientes</strong></p>
<ul>
<li>10 sardinhas inteiras limpas e sem cabeça (300 g)</li>
<li>½ pimentão verde em rodelas</li>
<li>1 ½ cebola em rodelas</li>
<li>2 tomates cortados em rodelas</li>
<li>Suco de 1 limão</li>
<li>2 colheres (café) de sal</li>
<li>Pimenta do reino à gosto (opcional)</li>
<li>3 folhas de louro</li>
<li>2 colheres (sopa) de vinagre branco</li>
</ul>
<p><strong>Preparo:</strong></p>
<p>Tempere a sardinha com sal, pimenta e limão. Deixe marinar por 30 min. Arrume em camadas na travessa: a cebola, o tomate e o pimentão.</p>
<p>Acrescente o vinagre e as folhas de louro. Arrume as sardinhas sobre esta “caminha”. Cubra com papel alumínio e leve ao forno até assar a sardinha.</p>
<p><strong>Rendimento:</strong> 5 porções.</p>
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		<title>O que é o diabetes gestacional?</title>
		<link>http://www.anutricionista.com/o-que-e-o-diabetes-gestacional.html</link>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 13:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mírian Valério</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestante]]></category>

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		<description><![CDATA[
O diabetes gestacional (DG) surge durante a gravidez, principalmente após a  24° semana de gestação, ocorrendo intolerância ao açúcar durante o período gestacional e os níveis de glicemia podem se normalizar após o nascimento do bebê, diferente do diabetes tipo I e II que persistem por toda a vida. Geralmente as mulheres desenvolvem o diabetes gestacional devido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-2069" src="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2010/11/gestante.jpg" alt="gestante" width="258" height="282" /></p>
<p>O diabetes gestacional (DG) surge durante a gravidez, principalmente após a  24° semana de gestação, ocorrendo intolerância ao açúcar durante o período gestacional e os níveis de glicemia podem se normalizar após o nascimento do bebê, diferente do diabetes tipo I e II que persistem por toda a vida. Geralmente as mulheres desenvolvem o diabetes gestacional devido a uma resistência à ação da insulina, impossibilitando a entrada de glicose dentro da célula para ser usada como fonte de energia. Fator que pode ser desencadeado por alguns fatores de risco durante o período gestacional, como:</p>
<ul>
<li>Idade superior a 25 anos</li>
<li>Obesidade ou ganho excessivo de peso durante a gravidez atual</li>
<li>Deposição central (região do abdômen) excessiva de gordura corporal</li>
<li>História familiar de diabetes em parentes de 1° grau</li>
<li>Crescimento fetal excessivo</li>
<li>Polidrâmnio (Aumento do líquido aminiótico)</li>
<li>Hipertenção ou pré eclâmpsia (DHEG) na gravidez atual</li>
<li>Antecedentes obstétricos de morte fetal ou neonatal, de macrossomia (peso superior do feto) ou de diabetes gestacional</li>
</ul>
<p>Para reduzir o risco de desencadear o DG, as mulheres devem manter o peso dentro dos parâmetros normais e realizar exercícios físicos regulares. Muitas gestantes não apresentam sintomas no diabetes gestacional, mas é importante ficar atenta se surgir:</p>
<ul>
<li>Poliúria (aumento do volume urinário)</li>
<li>Polidipsia (sede elevada)</li>
<li>Polifagia (fome em excesso)</li>
<li>Perda ou aumento exagerado do peso corporal</li>
<li>Desanimo, cansaço ou fraqueza</li>
</ul>
<p>As complicações metabólicas do diabetes gestacional, está associado com o risco elevado tanto para o feto, quanto para a mãe, devido ao aumento da prevalência de anomalias congênitas e abortamentos espontâneos e ao risco de macrossomia, hipocalcemia, níveis reduzidos de ferro e desconforto respiratório para o feto. Há evidências de que os filhos de gestantes com diabetes gestacional são mais vulneráveis a desenvolver obesidade e uma menor tolerância a glicose na faze adulta. Estudos também tem demonstrado que filhos de mães com  Diabetes Gestacional descompensado, tem chances de ocorrer um déficit intelectual, desencadeados pela cetonúria &#8211; causada no diabetes, no jejum prolongado e também nas dietas com restrição de carboidrato, por desencadear uma maior oxidação de gordura no organismo para obter energia, aumentando assim, a circulação de corpos cetôncios causando a cetonúria.</p>
<p>Essas alterações no metabolismo dos indivíduos com diabetes, podem ser controladas através da atividade física, dieta e com insulina nos casos mais severos, quando os níveis glicêmicos permanecem elevados. O acompanhamento nutricional por um <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a> se torna o mecanismo mais importante, recomenda-se dietas entre 30 e 35 calorias por kg de peso ideal para a idade gestacional. Essa conduta poderá melhorar o controle glicêmico, além de reduzir o ganho de peso. As refeições devem ser fracionadas ao longo do dia, sendo três refeições principais (desjejum, almoço e jantar) e  três a quatro lanches de pequeno volume, evitando também frituras e preferindo alimentos ricos em fibras, como os cereais integrais, frutas e vegetais, afim de evitar picos elevados de glicose no na sangue.</p>
<p>A mudança do hábito alimentar da mãe diabética é fundamental para evitar complicações para o feto e para a gestante.</p>
<p>Vale ressaltar, que essas mães deverão fazer um acompanhamento nutricional com um <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a> após o parto, afim de reduzir as chances de desenvolver a doença no futuro.</p>
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		<item>
		<title>A arte do bem nutrir: Alimentação adequada na Lactação</title>
		<link>http://www.anutricionista.com/a-arte-do-bem-nutrir-alimentacao-adequada-na-lactacao.html</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Oct 2010 13:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniella</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestante]]></category>

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São muitas as preocupações das mulheres com a alimentação durante o período gestacional. Sem dúvida, uma alimentação adequada nesse período é de extrema importância à saúde do bebê e da gestante. Após o nascimento, a mãe que amamenta seu bebê, torna-se uma nutriz, e precisa seguir orientações fundamentais para que o aleitamento materno transcorra com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-1709 alignnone" src="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2010/10/amamentaçao.jpg" alt="Lactação" width="203" height="203" /></p>
<p style="text-align: left">
<p style="text-align: left">São muitas as preocupações das mulheres com a alimentação durante o <strong>período gestacional</strong>. Sem dúvida, uma alimentação adequada nesse período é de extrema importância à saúde do bebê e da gestante. Após o nascimento, a mãe que amamenta seu bebê, torna-se uma nutriz, e precisa seguir orientações fundamentais para que o aleitamento materno transcorra com tranquilidade e qualidade pelo menos até os 6 meses de vida da criança.</p>
<p style="text-align: left">As necessidades nutricionais durante a lactação são consideravelmente maiores do que na gestação. As nutrizes ou lactantes devem consumir uma <strong>alimentação saudável</strong>, visando a manutenção da saúde e a produção de leite humano em quantidades suficientes e com adequada concentração de nutrientes. Este artigo tem por objetivo apresentar as necessidades nutricionais e orientações gerais para o planejamento alimentar nessa etapa da vida:</p>
<p><strong>Energia:</strong></p>
<p>Durante a <strong>lactação</strong>, o aumento do gasto energético está relacionado ao custo adicional necessário para a produção de leite. As recomendações mais recentes sugerem que se utilize a <strong>EER</strong> (necessidade energética estimada) para a lactante segundo sua faixa etária, com um adicional de 500 kcal/dia para os primeiros 6 meses de lactação. É importantíssimo salientar que esse período não é o mais indicado para a prática de dietas alimentares restritivas, visando a perda de peso. Com acompanhamento nutricional adequado a nutriz poderá seguir um plano alimentar que proporcionará eliminação gradativa do peso adquirido na gestação sem, no entanto, prejudicar a quantidade e <strong>qualidade nutricional do leite</strong> produzido.</p>
<p><strong>Proteína:</strong></p>
<p>As necessidades protéicas aumentam em proporção com a produção de leite. Para as nutrizes , a necessidade protéica seria de 1,3 gramas de proteína/kilo/dia ou um acréscimo de 25 gramas por dia.</p>
<p><strong>Água e líquidos:</strong></p>
<p>A recomendação de ingestão de água e outros líquidos, como sucos, chás, pode chegar a 3,8 litros ao dia. A prática de atividades físicas e o aumento da temperatura ambiente poderão aumentar ainda mais essa necessidade recomendada, o que deverá ser avaliado individualmente. Vale lembrar, que qualquer bebida alcoólica, inclusive cerveja preta, <strong>não é  recomendada durante o período de lactação</strong>, para que evite alterações de comportamento da criança, bem como outros efeitos tóxicos.</p>
<p>Resumindo, a elaboração do plano alimentar da nutriz deve basear-se nas seguintes práticas:</p>
<ul>
<li>Atender as necessidades nutricionais da nutriz (RDA ou AI), considerando o suficiente para atender a demanda energética aumentada de 500 kcal adicionais ao dia. A perda de peso não deve ser o objetivo nesse período, pois pode haver comprometimento da produção de leite;</li>
<li>A alimentação deve conter todos os grupos alimentares: leite e derivados para adequado suprimento de cálcio, proteínas de alto valor biológico (peixes, carnes magras, grãos), vegetais e cereais integrais, levando-se em conta os hábitos alimentares e as condições sócio-econômicas;</li>
<li>Ser fracionada em 6 refeições diárias.</li>
<li>Restringir o consumo de bebidas e alimentos com cafeína: café, refrigerantes, chocolate, chá mate;</li>
<li>Aumentar a ingestão hídrica, atendendo as recomendações;</li>
<li>Aumentar a quantidade de alimentos fonte de ferro, após o retorno da menstruação;</li>
</ul>
<p>Após a suspensão da amamentação um plano alimentar deve ser realizado,visando repor a reserva de nutrientes utilizados nesse período.</p>
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		<item>
		<title>Principais complicações da amamentação</title>
		<link>http://www.anutricionista.com/principais-complicacoes-da-amamentacao.html</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 13:42:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Catarina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestante]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje vamos falar sobre um dos assuntos que mais assustam as mães, principalmente àquelas de 1ª viagem: não poder ou não conseguir amamentar seu bebê. As  principais complicações encontradas durante a lactação têm sua origem no esvaziamento inadequado da mama, causado principalmente por má técnica de amamentação, mamadas pouco frequentes e em horários pré-determinados e uso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje vamos falar sobre um dos assuntos que mais assustam as mães, principalmente àquelas de <strong>1ª viagem</strong>: não poder ou não conseguir amamentar seu bebê. As  principais complicações encontradas durante a lactação têm sua origem no esvaziamento inadequado da mama, causado principalmente por má técnica de amamentação, mamadas pouco frequentes e em horários pré-determinados e uso de chupetas e complementos alimentares. Vamos aos exemplos mais comuns:</p>
<p>1. <strong>Ingurgitamento Mamário</strong>: caracterizado pelo acúmulo de leite e edema decorrentes da retenção e obstrução da drenagem do sistema linfático. Prevenção: amamentar sob livre demanda e iniciar a amamentação o mais cedo possível. Tratamento: ordenhar manualmente um pouco de leite antes da mamada, fazer massagens delicadas nas mamas, usar analgésicos ou anti inflamatórios sob orientação médica, usar suporte para as mamas todo o tempo, fazer compressas mornas para ajudar a liberar o leite após ou nos intervalos das mamadas.</p>
<p>2. <strong>Dor ou Traumas mamilares</strong>: recomenda-se iniciar a mamada pela mama menos afetada, ordenhar um pouco de leite antes da mamada, alternar diferentes posições e utilizar protetores de seios entre as mamadas para evitar o atrito com a roupa.</p>
<p>3. <strong>Mastite</strong>: processo inflamatório que pode ou não progredir para uma infecção bacteriana. Ocorre mais frequentemente na 2ª e 3ª semana após o parto. É fundamental nesse casos o esvaziamento adequado da mama através da amamentação, apesar da presença de bactérias no leite, ou pelo ordenhamento manual após as mamadas. Às vezes é necessário o uso de antibióticos. É recomendado o repouso da mãe e a utilização de compressas frias após as mamadas ou nos intervalos para aliviar os sintomas.</p>
<p>4. <strong>Baixa produção de leite</strong>: investigar se a mamentação está sendo efetiva, ou seja, se a criança está posicionada corretamente e se a mesma apresenta uma boa pega. Sugere-se que, aumente a frequência das mamadas, ofereça as duas mamas em cada mamada, alterne o seio várias vezes na mesma mamada e evite mamadeiras, chupetas e protetores de mamilo. Garantir uma dieta balanceada, boa ingestão hídrica e repouso são medidas que também ajudam.</p>
<p>Enfim, para todas essas complicações é necessário um apoio emocional à nutriz, uma vez que a amamentação está intimamente ligada a fatores psicossociais e todos os profissionais de saúde têm por obrigação promover e apoiar o aleitamento materno fornecendo informações precisas e apropriadas sobre a condução da lactação. Procure um <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a>, ele terá as melhores medidas para você!</p>
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		<title>Gestação: Situações comuns e práticas alimentares</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 19:30:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Catarina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestante]]></category>

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		<description><![CDATA[
Olá,
Todas as mulheres que já ficaram grávidas, ou todos que já conheceram uma gestante sabem que algumas experimentam situações um tanto  incômodas, ou no mínimo diferente do que estão acostumadas. Vamos ver aqui nesse artigo como lidar com isso e assim poder ajudar quando se depararem com isto:
1.Náuseas e vômitos
Frequentes no 1º trimestre, o fato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2010/08/gestante2.jpg" alt="gestante" width="300" height="200" /></p>
<p>Olá,</p>
<p>Todas as mulheres que já ficaram grávidas, ou todos que já conheceram uma gestante sabem que algumas experimentam situações um tanto  incômodas, ou no mínimo diferente do que estão acostumadas. Vamos ver aqui nesse artigo como lidar com isso e assim poder ajudar quando se depararem com isto:</p>
<p><strong>1.Náuseas e vômitos</strong></p>
<p>Frequentes no 1º trimestre, o fato de algumas gestantes não conseguirem se alimentar bem nessa fase não prejudica a nutrição do bebê. A condição pré gestacional da mãe é que tem maior impacto na formação e no desenvolvimento do feto. A partir do 2º trimestre ( 14ª semana) a disposição para se alimentar volta ao normal e aí sim, o hábito alimentar deve ser cuidadoso. Para amenizar:</p>
<ul>
<li>refeições pequenas e frequentes (8x/dia)</li>
<li>alimentos com baixo teor de gordura e abrandados (purês)</li>
<li>consumir gengibre ou alimentos que o contenham</li>
<li>consumir biscoitos salgados, tipo cream cracker, pela manhã, em jejum</li>
<li>Nos casos mais graves, a suplementação com B6 pode ser útil</li>
</ul>
<p><strong>2. Pica</strong></p>
<p>É quando a gestante ingere substâncias não alimentares como terra, sabão, tijolo, cinza de cigarro, cal de parede etc. De etiologia desconhecida, suas hipóteses mais possíveis são o alívio de náuseas e vômitos e o suprimento da deficiência de Ca e Fe contidos na maioria dessas substâncias &#8211; alvo das compulsões. Esse comportamento é prejudicial à gestação, pois há o risco da ingestão de tóxicos e da contaminação por parasitas.</p>
<p><strong>3. Pirose</strong></p>
<p>Azia ou queimação que ocorre mais comumente após as refeições. Como o útero pressiona o estômago, parte dos alimentos misturados com o Hcl pode retornar ao esôfago causando esse desconforto. Para diminuir:</p>
<ul>
<li>Comer devagar</li>
<li>Mastigar bem os alimentos</li>
<li>Realizar pequenas refeições</li>
<li>Evitar stress durante a refeição</li>
<li>Não é necessário restringir alimentos ácidos já que nenhuma fruta é mais ácida que o Hcl, sob o risco de comprometer a ingestão vitamínica.</li>
</ul>
<p><strong>4. Constipação Intestinal</strong></p>
<p>Ocorre devido às mudanças hormonais, principalmente devido ao aumento da progesterona que relaxa a musculatura intestinal e diminui o peristaltismo. Pode surgir ou se agravar após a 20ª semana de gestação e prevenir é a melhor saída. Ingerir no mínimo 4 copos de água por dia, adicionar verduras cruas e cozidas nas refeições, preferir pães que contenham fibras, frutas secas como lanches (ameixas, damasco, figo), caminhar no mínimo 3x/semana com a supervisão de um educador físico são algumas medidas preventivas. Não é recomendável o uso de laxantes.</p>
<p><strong>5. Cafeína</strong></p>
<p>É  recomendado que, durante a gestação, a mulher restrinja a 4 xic/dia seu consumo de café. É importante lembrar que chás, refrigerantes a base de cola e chocolate contem cafeína.</p>
<p><strong>6. Chás</strong></p>
<p>A Secretaria de Sáude do RJ lançou portaria em 2002 que contra indica o uso de chás durante a gestação. Entre eles estão: erva doce, espinheira santa, erva cidreira, camomila e boldo &#8211; chás largamente usados nesse período, inclusive nos hospitais. Segundo estudos em ratos, e com o extrato dessas plantas, essas ervas seriam emenagocos (provocariam a menstruação). Porém são necessárias futuras investigações que fundamentem com mais segurança os riscos das gestantes utilizarem esses chás e nós, nutricionistas, devemos avaliar a frequencia e a quantidade utilizada e associa-la com o período gestacional de risco (1º trimestre) e os antecedentes clínicos da gestante.</p>
<p>Vale lembrar que essas informações não excluem da rotina da gestante consulta periódicas com um profissional <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a> para avaliar seu caso isoladamente e assim criar um plano nutricional adequado pra ela.</p>
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		<title>Adoçantes na gestação</title>
		<link>http://www.anutricionista.com/adocantes-na-gestacao.html</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 15:00:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glaucia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestante]]></category>

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		<description><![CDATA[
O uso de edulcorantes, substâncias que oferecem sabor doce aos alimentos, normalmente conhecidos como adoçantes, têm se tornado muito comum no dia a dia.  Mas o que são os adoçantes? São substitutos naturais ou artificiais do açúcar e confere o sabor doce com um menor número de calorias por grama.  O açúcar comum que consumimos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-631 aligncenter" src="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2010/05/gravidez.jpg" alt="Uso de adoçantes na gestação" width="400" height="312" /></p>
<p>O uso de edulcorantes, substâncias que oferecem sabor doce aos alimentos, normalmente conhecidos como adoçantes, têm se tornado muito comum no dia a dia.  Mas o que são os adoçantes? São substitutos naturais ou artificiais do açúcar e confere o sabor doce com um menor número de calorias por grama.  O açúcar comum que consumimos, a sacarose, é uma substância composta de frutose e glicose que fornece 4 kcal/grama.</p>
<p>Nos últimos 20 anos o consumo destes produtos tem se tornado cada vez mais comum , principalmente por mulheres. Entretanto durante a gestação alguns cuidados devem ser tomados. Pesquisas recentes estudam a segurança e riscos da utilização dos adoçantes na gestação.</p>
<p>Porém a pergunta mais frequente no consultório entre as gestantes é: Posso ou não consumir adoçantes?</p>
<p>O mais indicado em casos de grávidas com o peso normal e não apresentam diabetes gestacional é o consumo <strong>moderado</strong> do açúcar comum. Entretanto se o profissional de saúde que acompanha e avalia a gestação julgar necessário indica-se o consumo <strong>moderado</strong> de adoçante.</p>
<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) divulgou recentemente uma lista com as limitações no uso dos edulcorantes para a população em geral. Para as gestantes as limitações são as mesmas. Vamos conhecê-las:</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Sacarina:</span></p>
<p>É uma substância capaz de atravessar a barreira placentária de forma limitada e estudos em animais não mostraram efeito teratogênico, ou seja, não é capaz de provocar anomalias ou má formação no desenvolvimento do feto durante a gestação. Porém como ainda existem poucos estudos comprovando ou não o risco da sacarina para fetos humanos, o uso deste adoçante deve ser evitado durante a gestação de forma preventiva.</p>
<p>O limite diário máximo recomendado pela ANVISA é 5mg por quilo de peso. Não existem recomendações oficiais quanto ao uso de sacarina durante a amamentação, sendo prudente evitá-la.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Ciclamato:</span></p>
<p>Suspeita-se que o ciclamato possa causar efeito negativo na construção genética da célula. Porém, até hoje não existem relatos de má formação e problemas comportamentais nos fetos expostos ao ciclamato. Não existem dados disponíveis para recomendar seu uso durante a lactação.</p>
<p>O limite máximo diário de ciclamato segundo a ANVISA é de 11mg por quilo de peso.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Aspartame:</span></p>
<p>Segundo os estudos a ingestão de produtos que contenham aspartame durante a gestação é considerada segura, desde que não haja excesso no consumo. No entanto, poucos estudos têm avaliado este tema e a maioria dos profissionais de saúde optam por restringir o aspartame na gestação. O consumo de aspartame pela nutriz provoca pequena elevação nos níveis de aspartato e fenilalanina no leite, devendo ser então evitado no período da amamentação.</p>
<p>O limite máximo segundo a ANVISA é de 40mg por quilo de peso.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Sucralose:</span></p>
<p>Segundo a FDA ( Food and Drug Administration)  a sucralose não apresenta risco de provocar câncer, problemas neurológicos ou reprodutivos para os seres humanos. Porém ainda não há dados sobre o consumo durante a gestação e lactação.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Acessulfame-K</span>:</p>
<p>Este não é um adoçante considerado tóxico, causador de câncer ou mutações genéticas em animais. Não existem estudos em seres humanos sobre o uso deste adoçante na gestação ou lactação.</p>
<p>Desta forma o limite máximo recomendado pela ANVISA é de apenas 15mg por quilo de peso.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Steviosídeo:</span></p>
<p>Em animais não existe efeitos deletérios durante a gestação. Não foi oficialmente classificado pela FDA quanto a possíveis riscos na gravidez, e também não há dados disponíveis sobre o consumo durante a lactação.</p>
<p>O que observamos é o que maior risco no uso destes produtos talvez seja o consumo indiscriminado e excessivo, já que as pessoas acreditam que os adoçantes &#8220;não engordam&#8221; por isso são &#8220;saudáveis&#8221;. Na verdade o uso e a indicação são restritos, principalmente na gestação, orientado sempre pelo médico ou <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a>.</p>
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		<title>Mitos e Dúvidas sobre Amamentação</title>
		<link>http://www.anutricionista.com/mitos-e-duvidas-sobre-amamentacao.html</link>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 13:30:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tania</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestante]]></category>

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		<description><![CDATA[
Muitas mães e gestantes não tem informações suficientes sobre o assunto, e muitas vezes, por essa razão deixam de amamentar seus bebês da forma correta ou simplesmente não amamentam pelo tempo necessário. Nesse artigo vamos esclarecer alguns mitos e dúvidas comuns referentes à amamentação
- Cerveja preta, canjica, canja, água inglesa aumentam a quantidade de produção de leite materno?
Absolutamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-602   aligncenter" src="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2010/05/amamentar.jpg" alt="amamentar" width="272" height="240" /></p>
<p>Muitas mães e gestantes não tem informações suficientes sobre o assunto, e muitas vezes, por essa razão deixam de amamentar seus bebês da forma correta ou simplesmente não amamentam pelo tempo necessário. Nesse artigo vamos esclarecer alguns mitos e dúvidas comuns referentes à amamentação</p>
<p><strong>- Cerveja preta, canjica, canja, água inglesa aumentam a quantidade de produção de leite materno?</strong></p>
<p>Absolutamente não! É importante que a mãe consuma quantidade suficiente de líquidos, preferencialmente água e mantenha uma dieta equilibrada. O consumo de bebidas alcoólicas é absolutamente proibido.</p>
<p><strong>- O que é amamentação exclusiva?</strong></p>
<p>Amamentação exclusiva é quando é oferecido para o bebê somente o leite materno como fonte de comida e  bebida. E não são utilizados mamadeiras, bicos e chupetas.</p>
<p><strong>- Por quanto tempo devo manter a amamentação exclusiva?</strong></p>
<p>O tempo mínimo de amamentação exclusiva é de 6 meses. Este período foi estabelecido através de pesquisas e estudos com mães e bebês. Após os 6 meses de vida do bebê inicia-se a introdução de outros alimentos como: sucos, frutas amassadas e papinhas de legumes.</p>
<p><strong>- O colostro não é o mesmo que o leite, então posso desprezar o colostro?</strong></p>
<p>Não despreze o colostro. O colostro é rico em substâncias imunológicas e proteínas, sendo uma vacina natural para o bebê, além de ser nutritiva.</p>
<p>-<strong> O  meu leite pode não ser forte o suficiente?</strong></p>
<p>Não! O leite da mãe é na verdade adequado às necessidades do bebê. O leite fraco existe apenas em situações <strong>extremas</strong> como no caso de desnutrição profunda da mãe.</p>
<p><strong> &#8211; O que é aleitamento de livre demanda?</strong></p>
<p>O aleitamento de livre demanda consiste simplesmente em oferecer o peito ao bebê quando o mesmo demonstrar a necessidade, de modo geral isso acontece de 3 em 3 horas, mas se o intervalo entre as ofertas for um intervalo de tempo menor <strong>não </strong>significa que o leite não está sendo bom o suficiente. Pode significar por exemplo que a capacidade gástrica (espaço no estômago) do bebê ainda é muito pequena para mamar leite suficiente para 3 horas de intervalo.</p>
<p><strong>- Quando está muito quente posso dar água na chuquinha para o bebê?</strong></p>
<p>Não é necessário dar água para o bebê. É especialmente proibido o uso de mamadeiras. No caso de administração de medicamentos  esses devem ser oferecidos para o bebê através de um copinho descartável de café ou uma colher. O uso de bicos de silicone, chupetas , mamadeiras e chuquinhas prejudicam a longo prazo o desenvolvimento dentário da criança e a curto prazo fazem com que o bebê perca o interesse no bico do peito da mãe e assim pare de mamar.</p>
<p><strong> -  Se o bebe arrotar no peito da mãe o leite seca?</strong></p>
<p>Não há nenhum problema em o bebê arrotar no seu peito. O leite não secará por conta disso. A razão mais comum para o leite secar é a falta de estímulo, que consiste no simples ato de sucção pelo bebê.</p>
<p><strong>-  O bico do meu peito é para dentro, logo não posso amamentar?</strong></p>
<p>Todas as mulheres saudáveis podem amamentar, independente do tipo do bico do peito. Muitas mulheres acreditam que a sucção é feita através do bico do peito. Mas, essa informação é errada. O que estimula a saída do leite é quando o bebê suga a aréola do seio e então o leite sai através do bico do peito. Não há nenhum problema se o bico é plano, saliente ou invertido (para dentro), como também não há nenhuma correlação no tamanho do seio.</p>
<p><strong>-  Se o bico do peito está rachado ou machucado, ou tenho o leite empedrado devo parar de amamentar?</strong></p>
<p>Não, rachaduras e machucados no bico do peito decorrentes da amamentação não são prejudiciais ao bebê. Uma maneira prática de evitar rachaduras e futuros machucados no bico do peito é esvaziar um pouco o peito antes do bebê começar a mamar, isso ajuda a pega correta pelo bebê. Como regra geral não suspenda a amamentação exclusiva até que o seu bebê tenha completado 6 meses de vida.</p>
<p><strong>- O bebê pode mamar no peito de outra pessoa que seja conhecida ou da mesma família?</strong></p>
<p>Não, nunca, jamais o seu bebê deve mamar no peito de outra pessoa.E jamais amamente um bebê que não seja seu! O que pode acontecer é você ser doadora ou usuária de um banco de leite materno estabelecido dentro de um hospital, onde o leite das mães doadoras são pausterizados, examinados e armazenados de modo correto.</p>
<p>O ato de amamentar é algo muito importante e a falta de orientação durante a gestação fazem com que esse assunto tão sério se torne ainda mais complexo. Ler e conversar com a equipe médica de pré-natal é de suma importância. Tire todas as suas dúvidas com os profissionais da área de saúde que estejam ao seu alcance: nutricionistas, médicos, enfermeiros e psicólogos. Os benefícios e vantagens do aleitamento materno vão além do que muitos podem imaginar.</p>
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		<title>Diabetes Gestacional</title>
		<link>http://www.anutricionista.com/diabetes-gestacional.html</link>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 13:30:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glaucia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestante]]></category>

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		<description><![CDATA[
Várias mudanças metabólicas e hormonais acontecem no corpo da mulher durante a gestação, uma delas é a mudança do hormônio lactogênio placentário que aumenta a resistência materna a ação da insulina. Entretanto, em algumas mulheres, essa resistência é maior acarretando assim a uma redução da ação da insulina. Mas o que a insulina faz no nosso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-543 aligncenter" src="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2010/05/diabetes_gestacional.jpg" alt="Diabetes Gestacional" width="400" height="240" /></p>
<p>Várias mudanças metabólicas e hormonais acontecem no corpo da mulher durante a gestação, uma delas é a mudança do hormônio lactogênio placentário que aumenta a resistência materna a ação da insulina. Entretanto, em algumas mulheres, essa resistência é maior acarretando assim a uma redução da ação da insulina. Mas o que a insulina faz no nosso corpo?</p>
<p>A insulina é um hormônio que &#8220;carrega&#8221; a glicose  da corrente sanguínea para dentro das células, e então, a glicose  é metabolizada em energia.</p>
<p>Para a maioria das gestantes a ação do hormônio lactogênio placentário não trás problemas, pois o próprio corpo compensa o desequilíbrio, aumentando a fabricação da insulina. Porém, nem todas as mulheres reagem desta maneira e algumas delas desenvolvem elevações da glicemia (aumento de glicose na corrente sanguínea) característica do diabetes gestacional. Por isso é tão importante diagnosticar o distúrbio o mais cedo possível para preservar a saúde da mamãe e do bebê.</p>
<p>O controle glicêmico deve ser realizado sempre que possível e com mais frequência nas gestantes que possuem diabetes antes da gravidez ou que desenvolveram o diabetes gestacional em gestações anteriores. Também devem ficar atentas aquelas que tem parentes próximos diabéticos ou são gestantes com excesso de peso. Os valores da glicemia devem ser: glicemia de jejum&lt; 105mg/dl, glicemia 2 horas pós-prandial (após as refeições) &lt;120mg/dl, entretanto, o ideal após o inicio do controle alimentar seria glicemia de jejum &lt;95mg/dl.</p>
<p>A Terapia Nutricional é parte fundamental no plano terapêutico do diabetes gestacional, baseia-se nos mesmos princípios de uma alimentação saudável, segue abaixo algumas das principais orientações:</p>
<ul>
<li>A ingestão diária deve conter de 50 a 60% de carboidratos, evitando açúcares simples (açúcar fino, balas, doces, massas e pães). Para tanto a gestante deve ser encorajada a aumentar a ingestão de alimentos ricos em fibras como frutas, verduras, legumes, feijões e cereais integrais. As fibras, principalmente as solúveis, diminuem o tempo de absorção da glicose quando ela está ainda no intestino.</li>
<li>O uso de adoçantes não-calóricos (preferência sucralose ou stévia) é seguro quando consumido em quantidades adequadas.</li>
<li>Dê preferência para os alimentos com baixo índice glicêmico. O índice glicêmico é o potencial que o alimento possui de de elevar a glicose sanguínea. São eles; Frutas: cereja, pêra, maçã e ameixa. Leguminosas: feijão, lentilha e ervilha. Produtos integrais: barra de cereais, farelo. Leite: leite integral ou desnatado e iogurte light.</li>
<li>Lembre-se sempre da ingestão hídrica mínima de aproximadamente 2 litros de água.</li>
<li>Não pule as refeições pois o fracionamento também faz parte do controle da glicemia.</li>
</ul>
<p>Atualmente a Sociedade Brasileira do Diabetes sugere a metodologia da Contagem de Carboidratos, onde a cada 15g de carboidrato conta-se 1 substituto. Desta maneira o <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a> calcula o plano alimentar e orienta a quantidade de substitutos a serem consumidos por dia e o fracionamento. A gestante pode também calcular a quantidade de carboidratos a partir do rótulo dos alimentos, controlando melhor a ingestão.</p>
<p>O tratamento do diabetes na gestação visa principalmente diminuir a taxa de macrossomia fetal que significa bebês que nascem com o peso elevado, filhos de mães diabéticas, evitar a queda de açúcar no sangue (hipoglicemia) do bebê ao nascer e diminuir a incidência de cesariana.</p>
<p>Para tal é necessário o acompanhamento com o <a href="http://www.anutricionista.com" >nutricionista</a> durante toda a gestação e principalmente compromisso com a alimentação. A saúde da mamãe e do bebê devem ser observadas diariamente.</p>
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		<item>
		<title>Alimentação na Gestação!</title>
		<link>http://www.anutricionista.com/alimentacao-na-gestacao-gravidez.html</link>
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		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 16:44:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cristiane Mara Cedra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestante]]></category>

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		<description><![CDATA[
 
 
A gestação é um período mágico e de muita transição. A natureza modifica o corpo e a mente para transformar a mulher em mãe. Isso não é um processo fácil. Após 7 a 10 dias da fecundação o sangue da mãe começa alimentar o filho. E aí vem a grande responsabilidade da gestação, a alimentação. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2009/04/alimentacao-na-gestacao.jpg"  rel="lightbox"><img class="alignnone size-medium wp-image-163 aligncenter" title="alimentacao-na-gestacao" src="http://www.anutricionista.com/wp-content/uploads/2009/04/alimentacao-na-gestacao.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>A <strong>gestação</strong> é um período mágico e de muita transição. A natureza modifica o corpo e a mente para transformar a mulher em mãe. Isso não é um processo fácil. <strong>Após 7 a 10 dias da fecundação</strong> o sangue da mãe começa alimentar o filho. E aí vem a grande responsabilidade da gestação, a <strong>alimentação</strong>. Este é o assunto que eu mais gosto de falar e acompanhar. É o momento de deixar de lado o que gosta de comer para colocar em prática o que é necessário comer.  É importante que você, futura mãe, entenda a importância da alimentação nesse período.</p>
<p>O primeiro trimestre é de extrema importância para a formação do bebê. É uma fase de intensa divisão celular. O estado nutricional da mãe antes da gestação é essencial para garantir nutrientes necessários para que essa divisão celular aconteça de maneira adequada. Ou seja, o cuidado com a alimentação tem que começar antes da própria gestação. Uma alimentação saudável e equilibrada antes da gestação é que garantirá o desenvolvimento adequado do feto.<br />
No segundo e terceiro trimestre da gestação, o ganho de peso adequado no período gestacional, a ingestão adequada de nutrientes, o controle do fator emocional e o estilo de vida serão determinantes para o desenvolvimento e crescimento normal do feto.<br />
Existem alguns mitos na <strong>alimentação das gestantes</strong>. Um mito muito forte e ainda presente é a certeza de que a gestante precisa comer por dois. Será que precisa? Não, não tem necessidade de comer por dois e sim consumir nutrientes por dois. Essa idéia de que gestante com cara de “bolacha” e barriga gigante é saudável está totalmente inadequada. O ganho de peso excessivo na gestação está relacionado com o nascimento de bebês muito grandes, diabetes gestacional, aumento da pressão arterial durante a gestação/parto e em alguns casos necessidade de parto cirúrgicos. Isso é saudável? Por isso, sogra e mãe das futuras mamães, calma com a crença da canjica, cerveja preta, canja entre outras.</p>
<p><em><strong>Mas o que muda na alimentação?</strong></em></p>
<p>No primeiro trimestre não é necessário aumento calórico e sim seguir uma alimentação saudável e rígida. Para garantir os nutrientes necessários nessa fase é necessário respeitar religiosamente os horários das refeições. Cada refeição tem a sua importância em nutrientes. Segue um exemplo de qualidade alimentar, lembrando que as necessidades energéticas e nutricionais são diferentes para cada gestante.</p>
<p>- Café da manhã e lanche da tarde: é necessário ter uma fonte energética como o pão integral ou granola ou aveia. Uma fonte proteica do grupo dos leites e derivados como o leite, iogurte , queijos magros ou leite de soja enriquecido com cálcio e uma fruta.<br />
- Almoço e jantar: é necessário ter energia como arroz integral ou macarrão integral ou mandioca cozida ou mandioquinha. Uma fonte proteica vegetal (feijão, lentilha, soja ou grão de bico). Uma fonte proteica animal (carne vermelha, frango, peixe ou ovo). Legumes, vegetais cozido e saladas em torno de 2 a 3 pires por refeição.<br />
- Ceia: depende muito da necessidade de cada gestante. Leite e derivados são boas opções.</p>
<p>No segundo e terceiro trimestre é necessário manter rigidez na qualidade alimentar e aumentar as necessidades energéticas, que é individual dependedo de cada gestante, mas esse aumento energético costuma ser em torno de 300 Kcal a mais por dia. Essa energia a mais deve ser introduzida de maneira fracionada para prevenir o aumento de peso e desenvolvimento de doenças como a <strong>Diabetes Gestacional</strong>. Quando falamos em número, parece que 300 Kcal a mais é muita coisa. Mas atingimos isso rapidinho. Ex: 1 fatia média de bolo de chocolate recheado tem 317 Kcal, 1 pacote de 50 g de bolachas Waffer tem em torno de 248 Kcal e 1 fatia de panetone tem 283 Kcal.</p>
<p><strong>Algumas dicas importantes:</strong><br />
- Em toda a gestação é necessário ter preocupação de consumir os minerais ferro e cálcio na quantidade adequada. As fontes de ferro bem absorvidas e aproveitada pelo organismo são as fontes animais como a carne vermelha. As fontes de ferro vegetal como grãos e vegetais verdes-escuros precisam da vitamina C para serem bem absorvidos. Então sempre tenha uma fruta cítrica junto do almoço e jantar como por exemplo a laranla e o Kiwi. Fontes de cálcio são os leites e derivados, vegetais verdes-escuros, tofú. Mas não deve-se consumir leite e derivados junto do almoço e jantar porque atrapalha a absorção do ferro. Portanto, leite e derivados são bem vindos no café da manhã, lanche da tarde e ceia.</p>
<p>- Consuma 5 pires de vegetais coloridos por dia. Cada cor de vegetal representa um nutriente específico e todos são essenciais na gestação.</p>
<p>- Ingira 3 a 5 porções de frutas por dia fracionadas. Ou seja, uma fruta por refeição.</p>
<p>- Consuma grãos todos os dias. Esse grupo é composto por lentilha, feijão, grão de bico, soja, ervilha. Lembre-se que temos vários tipos de feijão. Assim não tem como enjoar. Use a criatividade! Um dia faça uma salada de grão de bico, no outro dia salada de feijão branco, lentilha cozida, feijão carioca cozido, etc. Lembre-se que não deve-se colocar bacon ou linguiça no preparo desses alimentos.</p>
<p>- Prefira os carboidratos integrais como arroz integral, macarrão integral, aveia, granola, pão integral, biscoito integral.</p>
<p>- Escolha carnes magras como o peito de frango ou carne vermelha de segunda qualidade ou ovo preparado sem adição de óleo.</p>
<p>- Não esqueça de hidratar o seu corpo! Segue a recomendação de 2 litros por dia.</p>
<p>- Evite embutidos, frios, frituras e doces.</p>
<p>Agora, você gestante, não deixe de agendar sua <strong><a title="Nutricionista em São Paulo" href="http://www.anutricionista.com/nutricionista-em-sao-paulo-sp" >consulta com um Nutricionista</a></strong>. Esse profisisonal irá acompanhar a curva de crescimento do seu bebê e irá orientá-la em relação a alimentação específica para cada mês da gestação. Além disso, você será orientada em relação à amamentação.</p>
<p>Bom parto para todas!</p>
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